Presença do BOPE inibe ação de criminosos na fronteira.


A presença do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, em Oiapoque, conseguiu inibir a ação dos marginais na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. É o que revela o levantamento feito pelo comando do batalhão, após o retorno dos 29 soldados PM que estavam atuando na cidade.

O envio da tropa foi em cumprimento a uma determinação do comando geral da Polícia Militar, e teve como finalidade aprimorar as técnicas de aprendizagem, colocando em prática o conteúdo que os soldados do batalhão recebem em cursos e treinamentos especiais fora do Estado.

O Bope permaneceu na cidade por 30 dias (de 07 de outubro a 07 de novembro) e várias ocorrências e apreensões foram feitas com o policiamento ostensivo que passou a ser feito pelo batalhão durante esse período. “As ações foram centradas nos locais mais críticos apontados pela população, como a praça da cidade”, explicou o tenente Jackson.

A praça - segundo informou - era o local de concentração das gangues e a presença dos marginais no logradouro acabou expulsando os moradores do lugar. Para afugentar os marginais, foi montando um esquema de policiamento para cobrir o horário mais crítico que abrangia o período das 19h a 1h.

“Nós, antes, fizemos o mapeamento de toda situação para saber como e onde atuavam as gangues, onde estavam os locais de prostituição, os pontos de venda de droga. Tudo isso foi feito para que tivéssemos um diagnóstico completo da situação e, assim, podermos agir com eficiência”, adiantou.

Atualmente o policiamento de Oiapoque é feito pela 2a Companhia do Batalhão Ambiental da Policia Militar. Mas o batalhão ainda encontra dificuldades para realizar suas ações na cidade, situação que foi comprovada de perto pelo Bope.

O tenente Jackson explicou ainda que a cidade, por ficar no extremo-norte do Estado e do país, e por estar localizada em uma região de fronteira internacional, tem que ter uma atenção especial dos órgãos ligados à área de segurança. Daí a determinação do comandante da Polícia Militar, coronel Benedito Ayres da Silva, de enviar uma tropa do Bope para Oiapoque.

O tenente explicou ainda que o objetivo não foi realizar uma mega-operação na região, mas sim o trabalho normal de policiamento para garantir mais segurança à população da cidade. E essa meta foi alcançada.


Joel Elias

 


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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
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Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
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Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.