Produção com grafismos Maracá e Cunani serão comercializados na Paraíba

São bolsas e bijuterias produzidas por artesãos amapaenses capacitados pelo Sebrae.

Denyse Quintas
Fotos: Denyse Quintas

Neste sábado (13), acontece o envio de amostras para a empresa Gisele Calçados em João Pessoa (PB). Essa é a primeira demanda dos produtos Maracá e Cunani, considerados um êxito para os amapaenses, conquistando o início de uma nova expectativa de geração de renda de produtos com identidade cultural.

Segundo a técnica em turismo do Sebrae no Amapá, Eliana Barros, “o objetivo da amostra é causar impacto positivo no consumidor, sendo a vitrine para cada artesão viabilizar suas próximas demandas”, disse.

Segue no lote dez bolsas de fibra de tururi; 18 conjuntos de bijuterias confeccionados em fibras e sementes e três pulseiras. São dez artesãos que estão atendendo a demanda: Márcia Leite, (96) 3222.5381/8118.6797 (bijuterias); Nelma de Souza Costa, (96) 9118.4855/3223.5219/32517501 (bijuterias); Carlita de Figueiredo da Costa, (96) 9132.9310 (bijuterias); Albertina Lima de Souza, (96) 9124.4928 (bijuterias); Antonio Lima, (96) 9118.5110 (bijuterias); Antônia Rodrigues Cunha, (96) 32415712/9117.2327 (bolsas); Benedita da Silva Morais, (96) 9129.9532 (bijuterias); Gracinete Ferreira da Silva, (96) 9905.2067/3242.0049 (bolsas); Vera Lúcia Carvalho de Lima, (96) 9117.8015 (bijuterias); Maria Rodrigues Cardoso, (96) 9117.8015 p/ recado (bijuterias); Maria Severa Campos, (96) 8119.6772 (bijuterias).

De acordo com a gestora do Projeto Maracá e Cunani no Sebrae Amapá, Neuzete Cruz, “a instituição está desenvolvendo estratégias de divulgação das peças Maracá e Cunani para a captação de demandas, muito em breve será lançado um catalógo com informações e imagens, visando atingir o mercado nacional”.

Desde 2003, se começou a apostar na diferenciação e no valor da história dessas civilizações, visando colocar o artesanato local num patamar de destaque nos cenários nacional e internacional, hoje o sonho foi materializado. Então, iniciou a ser sinalizado os novos produtos com a ‘cara’ do Estado, com referências culturais próprias e valor competitivo, com perspectivas e esperanças para geração de renda aos artesãos que apostaram no Projeto Maracá/Cunani.

“Deve-se ter a percepção aguçada e a visão atenta para aproveitar o momento e a hora exata de “vender” o Artesanato Maracá e Cunani. Ao visitar uma loja de calçados feitos na Paraíba em dezembro de 2006, percebi que ali era o ambiente certo para receber as peças com identidade Maracá e Cunani”, declarou o designer e consultor do Sebrae no Amapá, Cristiano Sales, relatando que foram necessários apenas alguns momentos para apresentar as imagens dos produtos das oficinas, contar um pouco da história e dos costumes das civilizações, ressaltar a regionalidade e a força da marca Amazônia, bastante conhecida e valorizada no Brasil e no mundo, para que o empresário demonstrasse grande interesse e admiração.

A partir de então foram selecionados alguns produtos e convocados seus respectivos produtores para reunião no Sebrae, quando na oportunidade foram discutidos aspectos voltados a área de mercado e transmissão do anseio do empresário em relação a uma provável demanda, testando o gosto do cliente.

“O resultado de todo esse ciclo nos aponta agora para uma grande porta para as bijuterias do Estado, que poderá se abrir na Paraíba e em outros estados do nordeste. Todos aqui estão ansiosos e esperando a chegada das peças”, declarou o designer articulador da logística, Cristiano Sales.

O atendimento do Sebrae aos empresários desenvolve nos artesãos o espírito e a coragem de empreendedores, capazes de buscar novos horizontes, levando como escudo produtos com valor agregado como identidade, regionalidade, exclusividade, fino acabamento e auto-estima.

 

Adelmo Caxias
Causas Cíveis, trabalhistas e Direito administrativo.
223-4299


Carlos Lobato

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.

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Vera Pinheiro
Causas cíveis
e
Direito de família
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Vera Pinheiro- Jamil Valente
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