Projetos garantem revitalização
do principal
monumento histórico do Estado.

Integrando um corredor de fortificações construídas para a proteção da região Norte do Brasil, a Fortaleza de São José de Macapá localiza-se em um ponto estratégico, ocupado desde 1738.

A primeira proposta para construção de um forte no local data de 1740, mas somente em 1764 foi iniciada a construção do monumento que seria inaugurado, ainda que incompleto, em 19 de março de 1782.

A Fortaleza possui influências dos modelos com baluartes encontrados na obra do engenheiro militar francês Sèbastien Le Preste, o “Marquês de Valban”, e retoma elementos estratégicos encontrados na obra de Luiz Alves.

Além de garantir a posse das terras conquistadas, o grandioso forte assegurava a exploração econômica regional. Seu posicionamento permitia, ainda, controlar o acesso de inimigos e proteger a Vila de São José de Macapá. A Fortaleza nunca entrou em combate, talvez por sua imponência às margens do rio Amazonas, intimidando possíveis inimigos.

Durante longos anos, a edificação sofreu um intenso processo de abandono, sendo recuperada a partir da criação do Território Federal do Amapá, quando foi ocupada pela Guarda Territorial. Em 1950, seria conhecida como importante Marco Cultural e Histórico Nacional, com seu tombamento pela então Secretaria de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Nos últimos anos o Governo do Estado passou a desenvolver projeto para a revitalização do forte. Um deles é o Educação Patrimonial, que visa a integração da Cultura e da Educação, através de conteúdos pertinentes à Fortaleza de São José de Macapá, desenvolvendo ações entre a comunidade e o patrimônio.

Essa relação vem resgatar e fortalecer a identidade cultural com o indivíduo, valorizando as manifestações da cultura amapaense. A escola é pólo de operacionalização deste processo.

O projeto faz atendimento a todas as escolas que desejam fazer pesquisa ou visitas históricas ao forte. As visitas são agendadas, e acontecem de segunda a sexta-feira, no horário de 8h às 18h.

Há também o projeto Visitação Turística, destinado aos visitantes do monumento, que são monitorados por guias turísticos. A visitação pode ser feita todos os dias da semana, com exceção da segunda-feira, por cumprimento ao Decreto Lei 25/30/1937, que organiza a proteção e preservação do patrimônio tombado.

O objetivo deste projeto é a ocupação dos espaços do patrimônio por atividades educativas, culturais, artísticas, religiosas e de lazer, que são mecanismos necessários para valorizá-lo e preservá-lo, bem como democratizar os espaços restaurados com comercialização de artes plásticas, artesanato, alimentação, shows artísticos, religiosos e culturais (estes espaços são alocados e recolhido taxa pelo uso).



Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.