Cláudio Pinho toma posse no
Incra nesta quarta-feira

Toma posse amanhã, 16, na superintendência do Incra Amapá o engenheiro Cláudio Pinho Santana. Ele assume com o compromisso de unir órgãos federais, estaduais, municipais e ONGs ,no Amapá, para estruturar uma política de desenvolvimento agrário voltada para as necessidades e potencialidades da região, idéia central do programa assumido pelo Governo Federal. A posse acontece às 10 horas no auditório do próprio órgão, na rua Adilson Pinto Pereira, 1409, no bairro São Lázaro.

Além da articulação de instituições, o novo superintendente assume o órgão com o compromisso também de recuperar os assentamentos já existentes no Amapá que chegam perto de 30 em todo o Estado.

Ao comentar sobre a nova política de administração, Cláudio Pinho disse que não fará uma administração isolada. Para isso vai trabalhar numa articulação que envolve toda a Amazônia para estruturar um novo modelo de desenvolvimento Agrário voltado para a sustentabilidade do setor. “Vamos articular parceiros ligados à ocupação da terra para modelarmos um desenvolvimento que leve em consideração as potencialidades, a cultura e o meio ambiente da Amazônia ”, argumentou ele, lembrando que afinal a Reforma Agrária no Brasil deve respeitar as diversidades ambientais, promover a expansão racional e sustentável da terra e combater as desigualdades regionais. Este o objetivo estratégico da nova administração do setor agrário, cujos parceiros incluem o Ministério do Meio Ambiente (MMA) , o Ibama, Funai, Embrapa, órgão estaduais e municipais e os Movimentos Sociais que atuam na questão Agrária.

O papel do Incra será ainda maior nessa administração. Vai participar como parceiro no grupo de gestão do Parque do Tumucumaque, em assentamentos agroextrativistas como o do Maracá, áreas indígenas e áreas quilombolas, sempre estimulando a utilização coletiva da terra.

Experiência em administração não é problema do novo superintendente. Aos 45 anos de idade, Cláudio Pinho é formado em engenharia e iniciou na vida pública em 1985, passando antes pela iniciativa privada na antiga Brumasa. Foi diretor do Departamento de Produção da Prefeitura de Macapá, diretor de Departamento da Companhia de Desenvolvimento do Amapá (Codeasa). Em 1987 filia-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 1989, na gestão de Capiberibe na Prefeitura de Macapá, assume a Secretaria de Obras e logo depois, em 1992, é eleito vice-prefeito de Macapá.

Em 1996, Cláudio Pinho torna-se assessor do então governador Capiberibe com a função de acompanhar as ações do governo em todo o Estado. Foi secretário de Administração e logo depois é chamado para assumir a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), tendo sido um dos responsáveis pelo crescimento da arrecadação através de um vigoroso processo de modernização fazendária. Missão cumprida, Cláudio assume a Secretaria de Infra-estrutura do Estado, concluindo obras importantes do PDSA (Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá) como o Museu Sacaca do Desenvolvimento Sustentável. Em 2002 foi candidato ao Governo do Amapá. Com a carga de experiência acumulada ao longo dos anos, Cláudio Pinho é escolhido pelo Governo Federal superintendente do INCRA no Amapá.

 


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.