Jornalistas cobrem Surf
na Pororoca, em Cutias

Cutias do Araguari (AP) - Depois da abertura oficial do “I Rio Araguari de Esportes Radicais na Pororoca”, que aconteceu na terça-feira, 13, no Ceta Ecotel, dois ônibus conduzindo jornalistas e surfistas saíram de Macapá com destino a Cutias do Araguari, região leste do Estado.

A chegada em Cutias estava prevista para o final da tarde de terça-feira e a saída das duas embarcações que levariam jornalistas e atletas, marcada para as 19 horas. Houve um atraso de cinco horas e a chegada nas proximidades da Foz do Rio Araguari só ocorreu por volta das 8 horas da manhã de quarta-feira.

Cerca de 100 pessoas compõem a equipe que participará da competição. Dela fazem parte atletas, repórteres, cinegrafistas, fotógrafos, homens do Corpo de Bombeiros, equipe do Projeto Navegar e tripulação das embarcações. Essa equipe permanecerá na região da Foz do Araguari até domingo, quando ocorre o encerramento do evento.

Dentre os órgãos de imprensa representados estão a TV Amapá, Rede Globo, Portal Amapá Busca, Rádio Difusora, Revista Fluir, Agência Reuters e Jornal da Tarde. A coordenação desses jornalistas é feita por dois assessores da Secretaria de Estado da Comunicação (Secom).

O I Rio Araguari de Esportes Radicais na Pororoca é um evento organizado pela Prefeitura de Cutias do Araguari e patrocinado quase que integralmente pelo Governo do Estado.

RENIVALDO COSTA


Lá vem a onda!!!!




Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.