Governo quer assentar 100 mil famílias por ano em áreas florestais

A reforma agrária, um dos temas propostos para discussão nesta terça-feira (13) na plenária do I Encontro Nacional da Agricultura Familiar, traz novidades para áreas onde há florestas. De acordo com o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Valter Bianchini, na região Norte, por exemplo, a reforma agrária tem um outro cunho, que são os assentamentos florestais.

“Feitos com os povos da floresta, preservando a floresta em manejos sustentáveis, esses assentamentos estão sendo trabalhados pelo governo com o desenvolvimento de uma nova reforma agrária, preocupada com a preservação das reservas extrativistas” , afirma.

Ainda segundo o secretário, o governo tem a meta de assentar 100 mil famílias por ano e o trabalho está sendo desenvolvido através do Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. “Há regiões onde a reforma agrária flui melhor, por exemplo, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste”, afirma ele, lembrando que, na região Sul, o governo tem dificuldades, “uma vez que as áreas para serem desapropriadas precisam ser caracterizadas como improdutivas e, com o incremento tecnológico que teve a agricultura e a pecuária, há dificuldades de caracterizar as áreas improdutivas”.

Na opinião de Bianchini, o governo tem outros desafios. “O primeiro é reconhecer a diversidade do Brasil na agricultura familiar”, destaca ele, ressaltando os motivos pelos quais “estamos trabalhando programas adequados e diferentes para cada região”.

O segundo ponto assinalado pelo secretário é o papel das políticas mais diretas de desenvolvimento, como o crédito do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. “Nesse caso, destaca, “esse é o nosso grande esforço de, cada vez mais, ampliar recursos e inserir mais agricultores que possam ter mais custeio e investimento para melhorar sua propriedade”.

Um outro desafio apontado é o papel da educação, da assistência técnica e
da pesquisa junto aos agricultores familiares. Nesse sentido, segundo o secretário, todo um grande esforço está sendo feito nesse ano no sentido de alocar recursos para ampliar significativamente a assistência técnica aos agricultores. (Agência Brasil)


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Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.