Delegacia Federal de Agricultura lança 1.500
parasitóides
no controle biológico a mosca da carambola

Priscila Silva

Em paralelo à ação de captura e coleta dos frutos contaminados, os técnicos e fiscais federais da Delegacia Federal de Agricultura no Amapá (DFA/AP) iniciam amanhã, 15, a liberação de 1.500 parasitóides como parte da ação de controle biológico a proliferação da mosca da carambola (Bactrocera Carambolae) no estado do Amapá.

A liberação dos parasitóides seguirá um cronograma, tendo as regiões do Matapi e Porto Grande como as primeiras a fazerem parte da ação. Os técnicos farão a distribuição dos parasitóides dentro de pequenas sacolas que serão distribuídas nos galhos das árvores, principalmente as infectadas.

O objetivo da ação de controle é reduzir a densidade populacional da nessas regiões, favorecendo o aumento da população de seus inimigos naturais, minimizando assim, os desequilíbrios ecológicos.

A ação dos parasitóides ocorre inicialmente com a localização da larva no interior do fruto. Estes ovos, se fecundados, darão origem a machos e fêmeas. O desenvolvimento do parasitóide ocorre normalmente no interior da larva da mosca, até que ao entrar na fase de pupa no solo, o conteúdo corporal da larva da mosca é consumido pela larva do parasitóide. Ao final do seu ciclo, ao invés de emergir um adulto de uma mosca, emerge um parasitóide que continuará o mesmo processo que o gerou.

Como resultado deste trabalho, pretende-se alcançar uma elevação do índice de parasitismo de 20% para 60%, após a liberação dos parasitóides, o que demonstrará a eficiência deste agente no controle biológico, contribuindo para a redução populacional da mosca da carambola.


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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.