No Amapá é desenvolvido projeto
para estruturar
a cadeia produtiva de hortaliças

Dividido em duas fases, o projeto baseia-se no consumo in natura e minimamente processados.

Elainne Juarez

Localizada no Cd Rural, na estrada da Fazendinha, a Unidade Demonstrativa do Hortifruto, está em fase de implantação de tecnologias novas para o Estado: Plasticultura (cultivo protegido) e Hidroponia (fertirrigação: adubar via água de irrigação).

De acordo com o técnico agrônomo do projeto, Reginaldo Alves, o cultivo protegido tenta minimizar a ação de agentes patológicos, controlando ao máximo a incidência de pragas e doenças. Sendo as estufas protegidas por plásticos, clarite (espécie de malha clara para cobertura) e sombrite (malha escura), dependendo da necessidade do técnico.

"Na hidroponia o cultivo é feito em substrato inerte, local para sustentação das plantas sem que haja transferência de nutrientes", explicou Reginaldo. Segundo o técnico, atualmente a Unidade Demonstrativa está com a capitação de água e casa de força (abrigo para as máquinas), sendo instaladas.

Depois de finalizada esta fase a Unidade passará ao processo de minimamente processados, onde as hortaliças serão beneficiadas e terão valores agregados à elas. Os equipamentos necessários para a estrutura de beneficiamento já foram adquirido pelo Governo do Estado e encontra-se na forma de comodato na ASSOPOLO (Associação do Pólo de Fazendinha), para onde está prevista a construção física desta unidade.

"A partir daí, a produção de hortaliças será processada lá e repassada para os supermercados em embalagens", acrescentou Reginaldo Alves. Os funcionários que trabalharão na Unidade Demonstrativa, a princípio, serão os técnicos do RURAP. Posteriormente, estes técnicos irão capacitar mais 15 pessoas para a área.

A expectativa do técnico é de terminar, até o fim de janeiro, toda a parte de instalação. E em março, iniciar a produção dentro das estufas, respeitando o ciclo vegetativo (tempo necessário para o crescimento das mudas).

A operacionalização do Projeto Hortifruto tem a coordenação do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em parceria com o RURAP (Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá), EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), TERRAP (Instituto de Terras do Amapá) e DFA (Delegacia Federal de Agricultura).

Fazem também parte da implantação da Unidade Demostrativa como parceiros o IEPA (Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado do Amapá), SEICOM (Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração) e SEAF (Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca, Floresta e do Abastecimento).


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.