Sebrae do Amapá está pronto para o Equinócio 2004

Maior evento regional de madeira, móveis e artesanato será aberto amanhã em Macapá


O Sebrae do Amapá está com toda a estrutura montada para a realização do Equinócio 2004 - 8ª Rodada Internacional de Negócios. Em um espaço de 5.000 metros quadrados, com capacidade para 160 estandes, o Sebrae espera receber um público visitante superior ao da última edição do evento. Mais de 15 mil pessoas deverão visitar as exposições de móveis, artesanato, design, a praça de alimentação e assistir à programação cultural.

Expositores de diversos estados da região Norte do Brasil começaram a chegar, trazendo as últimas criações em móveis e artesanato para atrair a atenção dos onze países da América do Sul, América Central e Europa com presença confirmada na Rodada Internacional de Negócios. A Rodada acontecerá em dois dias consecutivos, com a perspectiva de realizar negócios que deverão atingir a marca de R$ 31 milhões.

O Equinócio 2004 terá ampla cobertura da imprensa local e de veículos de imprensa de circulação nacional, como a revista Istoé e o jornal Folha de São Paulo. Amanhã, 14, dia da abertura do evento, o Sebrae estará oferecendo um café da manhã aos jornalistas locais para apresentação do Equinócio 2004.

Na abertura oficial, o Equinócio terá a presença de representantes dos Sebrae´s de outros estados, de autoridades locais, e apresentações culturais de múltiplos estilos, como dança, pantomima, arte circense, lendas, folclore e muita música. Em seguida será aberta a feira de exposição de móveis e artesanato e a praça de alimentação, onde será possível provar as iguarias regionais. O palco para a apresentação diária dos artistas está pronto e já abriga os ensaios.

Após as rodadas de negócios, ainda durante a programação do Equinócio os espaços serão utilizados como galeria para exposição de obras de diversos artistas plásticos regionais, como Herivelto Maciel, Olivar Cunha, Pantaleão, Wagner, Irê Peixe, Beto Peixe e Maciste, entre outros. Os quadros e esculturas serão mostrados ao público visitante e aos empresários compradores que virão de outros estados brasileiros e de outros países.

No dia seguinte à abertura, 18 de novembro, inicia-se a programação paralela à Rodada Internacional de Negócios, como o 86º Encontro de Comércio Exterior - Encomex, wokshops, seminários, clínicas tecnológicas e reuniões da Associação Brasileira dos Sebrae`s Estaduais - ABASE e dos Conselhos Deliberativos dos Sebrae`s da região Norte. O Sebrae do Amapá, em parceria com o governo do Estado, está investindo R$ 1,5 milhão na realização do evento. A programação vai até o dia 21.

Luli Rojanski
Assessoria de Comunicação do Equinócio 2004



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Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.