Governo e Prefeitura vão
aproveitar o lixo para
a produção de fertilizante

Implementar processos biotecnológicos para a produção industrial e comercialização de fertilizantes, com o aproveitamento dos resíduos orgânicos do lixo urbano e de refugos (caroço de açaí e serragem de madeira) na cidade de Macapá. Esta foi à pauta da reunião de técnicos do governo do Estado e da Prefeitura Municipal, hoje, 16, na Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Setec).

A meta é implantar ainda este semestre uma unidade piloto (usina de compostagem) para a produção de 7,5 toneladas diárias de biofertilizantes organofértil, conservando o meio ambiente, além de gerar atividade econômica rentável com a criação de novos postos de trabalho e renda, evitando que o Estado importe fertilizante químico.

Na reunião foram apresentados, entre outras coisas, o projeto aos novos parceiros e discutido a assinatura de um contrato com a empresa mineira Bioexton para aquisição do biocatalizador (microorganismo) que acelera o processo de compostagem, utilizado no aproveitamento dos resíduos e produção de fertilizantes.

A coordenadora do projeto, a bióloga Giselle Paulino, da Setec, explica que esse processo requer uma área menor e ocorrendo entre 48 a 72 horas, enquanto outros processos tradicionais levam no mínimo 60 dias e que não atende completamente os resíduos do açaí. “O custo benefício ambiental e social do projeto é grande, principalmente porque vamos evitar que o Estado importe fertilizante químico”, frisou.

Está previsto a instalação de um galpão na lixeira pública que vai funcionar com a mão-de-obra dos próprios “carapirás”, famílias que trabalham no aproveitamento de resíduos na lixeira. A obra já licitada ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semosp).

Governo do Estado do Amapá, Prefeitura Municipal de Macapá e as secretarias de Estado de Ciência e Tecnologia (Setec); do Meio-Ambiente (Sema), Agricultura, Pesca, Floresta e Abastecimento (Seaf), além da Cooperativa de Coletores de Lixo, Instituto do Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) e a Embrapa que entrará com o estudo final.


CARLOS DE JESUS PEREIRA



Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.