*Direito de resposta


Mais uma vez o Jornal Diário do Amapá publica matéria inverídica sobre o deputado Antonio Nogueira.

Na reportagem com o título “TRE do Amapá intima deputado acusado de captação ilegítima de votos”, publicada neste jornal no dia 15 de abril de 2003, tenta induzir aos seus leitores que o deputado federal Antonio Nogueira (PT) estaria evitando o recebimento da citação da justiça do Amapá e que já teria sido notificado.

Como é do conhecimento de toda a população amapaense e das instituições constituídas, o deputado elegeu-se para o mandato de 4 anos na Câmara Federal e está em Brasília exercendo ativamente o seu cargo, outorgado pelo povo do Amapá, participando assiduamente dos trabalhos desenvolvidos pelo Parlamento brasileiro, inclusive, usando da tribuna semanalmente, participando das reuniões de comissões e apresentando projetos em benefício do País e em especial do Estado do Amapá, mantendo também contato com os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado.

Ao contrário do que publicou o jornal, o deputado Nogueira até o presente momento não foi notificado no processo eleitoral.

* Produzido pela Assessoria de imprensa do deputado Antonio Nogueira.

Abaixo carta escrita pelo deputado Antonio Nogueira sobre a reportagem:

Brasília, 15 de abril de 2003.

“Gostaria de esclarecer ao jornal Diário do Amapá, que não estou dificultando minha citação e muito menos o Tribunal Eleitoral do Amapá está sendo negligente quanto à efetivação de minha intimação. Tive conhecimento da ida do oficial de justiça à minha residência, no município de Santana, mas não pude ser intimado em razão de estar residindo em Brasília e cumprindo minhas funções parlamentares na Câmara Federal, o que foi informado ao Oficial, inclusive, tendo sido informado meu atual endereço.

Soube por esse jornal do encaminhamento de Carta Precatória à Brasília, objetivando a minha notificação. No entanto, ao contrário do noticiado, até agora não recebi a citada notificação.

O PT nacional não pressiona nem pressionará nenhuma justiça, como dito na reportagem, nem eu preciso dessa proteção. Estou sendo acusado por compra de votos e toda minha vida política, por dois mandatos de vereador no município de Santana, nunca precisei comprar voto de ninguém e sempre combati esse tipo de prática.

O que acontece, neste caso, é uma tentativa do Procurador Federal Manoel Pastana tomar o meu mandato, outorgado pelo povo, para dar ao seu amigo pessoal, que é meu suplente. Tanto é assim, que somente ofertou denúncia contra mim, após 60 dias de minha eleição, por vingança, depois de lhe ter cobrado isenção na eleição do segundo turno para governador do Estado.

O desespero é tão grande na tentativa de cassação do meu mandato, para atender seus amigos, que o Procurador Pastana pensa que tudo pode, chegando ao extremo de querer colocar em xeque a conduta de membros do judiciário amapaense, que são julgadores da mais alta seriedade e compromissados com a verdade real.

Ora, o Amapá inteiro sabe muito bem quais são os políticos que compram votos para se eleger. Quem me conhece sabe da minha idoneidade e da armação que o Ministério Público Federal está tramando contra mim, inclusive denegrindo publicamente a minha imagem.

Estou tranquilo, cumprindo o mandato que o povo do Amapá me deu. Não estou nenhum pouco “angustiado” como diz a matéria. Quando receber a notificação, apresentarei minha defesa, ocasião em que mostrarei a verdade dos fatos e o real interesse que está por trás dessa infundada ação movida pelo Procurador Pastana, arquitetada juntamente com os meus suplentes, que são seus amigos pessoais.

Indigno-me ainda com a explícita perseguição que venho sofrendo por alguns meios de comunicação locais, que têm me condenado sem ouvir o contraditório, num verdadeiro rito sumário, totalmente contrário à Lei de Imprensa.

No mais, gostaria de pedir ao povo do Amapá que não faça julgamento precipitado, quanto à minha participação nessas acusações, e passe a conhecer melhor minha história de vida que sempre foi pautada na maior seriedade e no combate a todo e qualquer tipo de corrupção. Tudo isso será desmascarado quando da instrução do processo. O tempo é Senhor da Verdade.”

Deputado Federal ANTONIO NOGUEIRA


 

 


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Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
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Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.