Pescadores são treinados para melhorar
comercialização do pescado no Amapá

Pescadores artesanais de Macapá estão participando do curso de beneficiamento de pescado, com duração de seis dias. A meta é melhorar o tratamento final dado ao produto. Essa é a primeira vez que pescadores participam desse tipo de treinamento.

Outra proposta é fazer com que os pescadores deixem de ser eternamente artesanais e avancem além do cais.

“Entendemos que com iniciativas como essas os nossos pescadores artesanais terão como incrementar ainda mais sua renda para que possam comercializar seus produtos com valor agregado”, disse Dirceu de Andrade Pontes, diretor da Pescap (Agência de Pesca do Amapá).

A intenção, segundo o diretor, é levar o curso, a cada semana, a uma colônia diferente, até capacitar todos os pescadores.

Estão sendo ensinadas técnicas de filetagem, defumação e salga de pescado. A filetagem é a garantia de que os pescadores necessitam para ter um produto microbiologicamente estável para comercialização. Enquanto que a defumação e a salga impedem a contaminação do pescado após esse processo.

“Quem trabalha com alimento tem que ter essa precaução. Após o treinamento esses pescadores estarão aptos a aplicar essas técnicas de forma imediata, podendo desenvolve-las nas suas colônias”, afirmou.

Sobre a falta de estrutura física para trabalhar o beneficiamento do pescado, problema observado na maioria das colônias de pesca no Amapá, o diretor afirmou que a Seinf (Secretaria de Obras do Estado) irá construir módulos com espaço físico asséptico, dentro dos padrões de higiene exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Dirceu diz que essa adaptação é necessária para que o pescado possa ser processado a fim de ser colocado no mercado. A previsão é de que os primeiros módulos comecem a ser construídos a partir do próximo ano.

Serviço:
Sebrae no Amapá: (96) 214-1427

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.