Seminário discute ações integradas em áreas
de ressaca de Macapá e Santana

O seminário “Ações Integradas de Intervenção em Áreas de Ressaca”, ocorrido na terça-feria (15), serviu para nivelar o conhecimento dos técnicos do governo sobre as áreas de ressaca. Uma pesquisa do Iepa (Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas), apresentada pelo pesquisador Luiz Roberto Takyama, subsidiou as discussões sobre o potencial e a ocupação das áreas de ressaca em Macapá e Santana.

O trabalho do instituto mostrou dados colhidos durante dois anos de pesquisas (2001 e 2002) nas áreas de ressaca das bacias do Igarapé da Fortaleza e do Rio Curiáu - Diagnóstico das Ressacas do Estado do Amapá: Bacias do Igarapé da Fortaleza e do Rio Curiaú.

Como as áreas de ressaca têm grande variedade de usos, como extração mineral (argila), pesca, caça de subsistência, pecuária (bubalinocultura), navegação, agricultura, recreação, habitação, são alvo constante da exploração humana. Dados da pesquisa do Iepa mostram que 33% das margens já sofreram com a ação antrópica; 21% das margens estão sob pressão; e 47% das margens ainda estão preservadas.

As áreas de ressaca são de grande importância para o meio ambiente local. São responsáveis pelo controle de enchentes e clima, alimentação de reservatórios de águas subterrâneas, retenção de nutrientes das plantas e manutenção da biodiversidade.

Três grupos de trabalho discutiram os temas: Urbanização de Áreas Fortemente Antropizadas, Sistema de Controle Integrado e Planejamento de Ocupação das Áreas de Terra-Firme. Em cada um dos grupos, a ocupação urbana desordenada foi apresentada como um dos principais problemas que precisa ser enfrentado pelos gestores em nível municipal e estadual.

Iepa, Secretarias de Meio Ambiente, Planejamento, Comunicação, Infra-estrutura, Ciência e Tecnologia; Companhia de Eletricidade do Amapá, Batalhão Ambiental, Corpo de Bombeiros, Federação das Indústrias do Estado do Amapá, Associação dos Aquicultores do Amapá, Associações e Organizações Não-Governamentais, ligadas ao meio ambiente, participaram do seminário no Centro de Formação e Desenvolvimento de Recursos Humanos (Ceforh).


Márcia Serrano

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.