Seminário discute integração de
políticas para pessoas idosas.


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que população idosa no Amapá está estimada em 21 mil pessoas com mais de 60 anos. No mundo, até 2025 o número de idosos aumentará em aproximadamente 600 milhões. No decorrer de 50 anos haverá mais pessoas acima de 60 anos do que menores de 15 anos.

Estes números começam a preocupar os gestores que buscam políticas públicas voltadas a atender esta transformação demográfica sem precedentes na história. Do total de idosos no Amapá, quatro mil são atendidos por programas e grupos de convivência.

Em 2003, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Trabalho e Cidadania (Setraci), investiu R$ 1,4 milhão em programas de assistência ao idoso, em parceria com entidades governamentais e não-governamentais.

O Seminário de Ação Governamental para Implementação da Política Estadual da Pessoa Adulta Maior, iniciado nesta quinta-feira, 15, tem como objetivo integrar as ações dos governos federal, estadual e municipal para criar um plano de ação governamental voltada ao idoso.

Temas como saúde, lazer, segurança, habitação, assistência, transporte, cultura, trabalho e previdência social, voltados ao idoso serão debatidos durante dois dias, no auditório do Museu Sacaca. “Depois deste seminário esperamos de forma efetiva trazer resultados para a comunidade”, diz Marília Góes, secretária especial de Desenvolvimento Social.

Mais espaço

Durante discurso na abertura do evento, o vice-governador Pedro Paulo Dias anunciou que já existem recursos para a construção do Parque Estadual do Idoso. Trata-se de um espaço com atendimento médico, área de lazer, cultura e entretenimento totalmente voltados ao idoso.

“Temos recurso e projeto. Falta definir apenas o local onde funcionará o centro de referência, onde várias políticas possam ser desenvolvidas para a pessoa adulta maior. Estamos convictos de que a pessoa idosa precisa não só de apoio do governo do Estado, mas do município e da sociedade civil organizada”, avalia Pedro Paulo. A princípio, o parque pode ser instalado na antiga Clínica de Pneumologia, no bairro Jesus de Nazaré.

O seminário, que termina na sexta-feira, 16, conta com representantes municipais, do Fórum Estadual do Idoso, dos centros de convivência e de entidades ligadas ao idoso.

Contatos: (96) 212-1169/1126.

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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.