Concurso público no Museu Goeldi
inscrições fecham em agosto

As inscrições do concurso do Museu Paraense Emílio Goeldi para vagas de
pesquisador-adjunto nas áreas de hidrogeoquímica, sistemática, biogeografia, ecologia e evolução das aves e desenvolvimento regional terminam dia 4 de agosto

É uma vaga para cada área e há também uma vaga para tecnologista com curso superior em museologia ou áreas afins. A remuneração para pesquisador é de R$ 3.546,43 e para tecnologista, R$ 2.603,78.

A taxa de inscrição é de R$ 70 para pesquisador, e R$ 50 para tecnologista. O recolhimento deve ser feito junto ao Banco do Brasil, em favor do MCT/Museu Paraense Emílio Goeldi, agência 4201-3, conta 170.500-8, código identificador 240125/00001/002X.

As inscrições devem ser feitas na sede do Museu (Av. Magalhães Barata, 376, São Brás - Belém/PA), no Serviço de Recursos Humanos, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas, em dias úteis.

Os candidatos à carreira de pesquisador deverão apresentar comprovantes de títulos acadêmicos, inclusive histórico escolar; memorial em cinco vias, contendo a relação de títulos e trabalhos do candidato, acompanhada de uma análise sumária desses trabalhos; separatas ou cópias de cada um dos trabalhos mencionados no memorial; projeto científico com cunho observacional e instrumental que possa ser desenvolvido no MPEG, à escolha do candidato; cópia da carteira de identidade e do CPF; e comprovante do pagamento da taxa de inscrição.

Para a área de hidrogeoquímica é necessário ser doutor em Ciências. Já para sistemática, biogeografia, ecologia e evolução de aves é de exigência ter curso superior em Ciências Biológicas ou áreas afins e ter grau de doutor.

Para a área de desenvolvimento regional é requisito ter curso superior em Ciências Sociais ou áreas afins, além do grau de doutor.

Os interessados em se candidatar ao cargo de Tecnologista, devem apresentar comprovante do título de Mestre, e/ou Especialista, e/ou bacharel em Museologia ou áreas afins, concedido por instituição brasileira credenciada pelo Conselho Nacional de Educação ou obtido em instituição estrangeira de elevado renome e devidamente revalidado; e/ou comprovante de experiência mínima em atividades de comunicação museológica expositiva.

No ato da inscrição, o candidato deve apresentar também: comprovantes de
títulos acadêmicos; memorial em cinco vias, contendo a relação de títulos e
trabalhos do candidato, acompanhada de uma análise sumária desses trabalhos; cópia de cada um dos trabalhos mencionados no memorial; plano de trabalho a ser desenvolvido no MPEG, com ênfase em comunicação museológica expositiva; cópia da carteira de identidade e do CPF; e comprovante do pagamento da taxa de inscrição.

A seleção constará de três etapas: análise e apreciação dos títulos, defesa pública do memorial e prova de erudição.O edital completo do concurso está publicado na seção editais do site Museu Goeldi: http://www.museu-goeldi.br

Candidatos residentes em outras cidades podem solicitar informações junto
ao Serviço de Recursos Humanos do MPEG, pelos telefones: (91) 229-1830 e 249-7778.

(Assessoria de Imprensa do Museu Goeldi)



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Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.