INCRA libera créditos para Mutum

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, INCRA-AP, liberou este mês 37,5 mil reais a titulo de concessão de Crédito de Instalação destinados a compras de alimentos da cesta básica, no valor de 500 reais cada uma, e mil reais para implementos agrícolas que irão atender 25 famílias do Projeto de Assentamento do Mutum, localizado em Calçoene.
Os recursos foram adquiridos através do Programa de Concessão de Crédito do Incra que tem a função de viabilizar os créditos para dar assistências de alimentação, fomento e aquisição de material de construção de casas populares para os agricultores que fazem parte do Programa Nacional de Reforma Agrária.

Segundo a Empreendedora Social responsável pelo assentamento do Mutum, Maria Assunção, os recursos foram repassados para a associação daquela comunidade que fica responsável pela compra do material de acordo com a demanda de cada agricultor. Segundo ela, a política de crédito é necessária para o desenvolvimento do assentamento, já que os produtores rurais assentados compram e investem de acordo com as suas necessidades.

Os primeiros créditos foram pagos pelo INCRA em janeiro de 2003, onde foram beneficiadas 26 famílias. Com mais esta liberação, totalizam 51 famílias do Mutum que recebem os benefícios. Até esta data foram liberados, aproximadamente, 77mil reais destinados à alimentação e aquisição de utensílios agrícolas e, 147 mil destinados a aquisição de material de construção para o agricultor construir sua casa.
“Esse projeto é de grande importância já que os trabalhadores nunca tiveram esses benefícios”, afirma o Presidente da Associação do Mutum, Aldonei Lira. Para ele, essa política do Incra veio dar uma nova vida para o assentamento, pois as condições dos trabalhadores que receberam o crédito, em janeiro, está bem melhor.

O Assentamento do Mutum é uma parceria do Incra com o Governo do Estado. Foi criado, no dia 30 de novembro de 2001, na gestão do ex - Governador João Alberto Capiberibe, através do Instituto de Terras do Amapá (TERRAP), sendo de autoria do ex-Chefe da Divisão de Regularização Fundiária e atual Assessor do Gabinete da Superintendência Regional do Incra-AP, Luiz Antônio Leite, e reconhecido pelo Incra no dia 18 de abril de 2002.

Karina Leite
Ascom/Incra-Ap
Tel.: 251-7879
e-mail: [email protected]
16/09/03


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
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Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.