Contrato obriga órgãos públicos do
Estado a pagarem água e luz em dia

O bom exemplo começa em casa. É baseado neste principio defendido pelo governador do Estado Waldez Góes (PDT) desde sua campanha, que a Secretaria de Estado de Administração (SEAD) e a Companhia de Água e Esgoto do Amapá (CAESA), assinaram nesta sexta-feira, 17, um contrato que estabelece o pagamento atualizado da tarifa de água tratada, consumida nas repartições públicas que integram a administração direta do Governo do Estado.

A medida segundo, Carlos Alberto Cantuária, secretário da SEAD, além de evitar a inadimplência no pagamento da taxa, permitirá um significativo aumento de arrecadação financeira da estatal o que vai garantir um maior aporte de recursos para que serão investidos na qualidade dos serviços prestados à população.

O valor global do contrato é de R$ 5.552.564,28. Mensalmente a Caesa receberá parcelas de R$ 462.713,69, referente a média mensal de consumo. A primeira parcela será descontada a partir deste mês. “A Secretaria da Administração faz um contrato e reúne todos os recursos dos órgãos da administração direta e repassa para a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) o valor a ser pago, e a SEFAZ efetua o pagamento para a empresa”, explica Carlos Cantuária.

No mesmo modelo, a SEAD anuncia para a próxima semana a assinatura de um contrato semelhante com a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). O contrato também obrigará que os órgãos públicos deixem de pagar suas dividas referentes ao consumo de energia elétrica.

O objetivo deste contrato é que as empresas não atrasem seus compromissos e tenham condições de investir em novos projetos que beneficie a população, entre eles a expansão dos sistemas de água tratada e energia elétrica para as comunidades rurais, concretizando um dos compromissos de campanha do governador do Amapá Waldez Góes (PDT).

EDY WILSON SILVA

 


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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.