Abertas inscrições para o Prêmio Embrapa de Reportagem


Estão abertas até o dia 15 de março as inscrições para a nona edição do Prêmio Embrapa de Reportagem. O tema, desta vez, é pesquisa agropecuária e sanidade animal. Podem concorrer, nas categorias TV, Rádio e Impresso, reportagens veiculadas no período de 1º de abril de 2004 a 15 de março de 2005 por veículo com sede no Brasil. Serão classificados três colocados por categoria. O primeiro colocado de cada categoria receberá prêmio no valor bruto de dez mil reais.

As reportagens podem ser assinadas por um ou mais autores, mas a premiação é por trabalho, ou seja, no caso de equipes, o prêmio deverá ser dividido entre seus integrantes. O limite de participação é de dois trabalhos por autor ou equipe.

Para esta edição do Prêmio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conta com a parceria da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

O regulamento do Prêmio Embrapa de Reportagem 2005 foi enviado às redações de TVs, rádios e jornais, à Fenaj e aos sindicatos de jornalistas em todo o País e está disponível também na página da Embrapa na Internet (endereço no final desta matéria). A relação dos premiados, bem como o local, a data e o horário da entrega do Prêmio, serão divulgados entre 12 e 22 de abril.

Saiba mais sobre o tema:

Questões relacionadas à qualidade e à sanidade dos alimentos têm despertado a atenção de diversos segmentos da sociedade brasileira.
Doenças que afetam os diferentes animais e a demanda dos consumidores por alimentos seguros mobilizam pesquisadores preocupados em apresentar soluções tecnológicas, em orientar produtores sobre o uso de técnicas que garantam desejáveis condições sanitárias ou em contribuir para a formulação de políticas públicas. Além da oferta de produtos de qualidade na mesa do consumidor, trata-se de evitar perdas no setor e de manter a competitividade das nossas cadeias de produção animal.

Essas cadeias têm sido responsáveis por bons desempenhos na economia brasileira. As exportações de carne bovina, por exemplo, fecharam 2004 com o resultado recorde de 1.156.700 toneladas, 44,15% superior ao total de 802.215 toneladas exportadas em 2003. A receita ficou em 2,45 bilhões de dólares, quase 1 bilhão de dólares acima do 1,5 bilhão em 2003. A Argélia nunca havia importado carne do Brasil. Começou a fazê-lo em maio de 2004 e, até dezembro, havia comprado 71 milhões de dólares. Com isso,
assumiu o 12° posto no ranking dos maiores importadores. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne - Abiec, para este ano, uma nova aposta será a Malásia.

O setor lácteo conseguiu fechar o ano de 2004 pela primeira vez no Brasil com superávit na sua balança comercial. Em 2004 o País exportou 95,3 milhões de dólares de lácteos e importou 83,9 milhões de dólares.
Outro exemplo refere-se às vendas de vacinas contra a febre aftosa, que, em 2004, somaram 348 milhões de doses, volume 5,7% acima das 328 milhões de doses comercializadas em 2003. Esses dados são do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal.

Consulte o regulamento do Prêmio Embrapa de Reportagem 2005

http://www21.sede.embrapa.br/evento/premio2005/regulamento/getView

Mais informações sobre o Prêmio
Assessoria de Comunicação Social da Embrapa
Marita Féres Cardillo ([email protected]), Rosângela Evangelista
([email protected] ou Rosa Maria Ribeiro ([email protected])
Contatos: (61) 448-4012; 448 4113; 448 4039
Fax: (61) 347 4760


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
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Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.