Marilia vai ao Teatro e elogia
"A Revolta dos Brinquedos".

A presidente da Agência de Promoção da Cidadania (APC), Marília Xavier Góes, esteve no Teatro das Bacabeiras neste domingo, 16, acompanhando a retomada da agenda de espetáculos teatrais.

Depois de algum tempo em recesso, o Teatro abriu espaço para peças como “O Bálsamo” (adaptação de um texto de Fernando Canto), “O Auto da Compadecida” (de Ariano Suassuna), “A Revolta dos Brinquedos” (da Cia. Êta Nós) e “Bar Caboclo” (que retoma a temporada nesta quarta-feira, 19).

Marília Góes foi assistir a peça “A Revolta dos Brinquedos” e aproveitou para levar os filhos. “Gostei da peça, do texto, do figurino e da mensagem contida na apresentação. Acho, inclusive, que a produção teatral amapaense não deixa a dever nada para outros Estados”, declara.

Ela também elogiou a intenção do grupo em apresentar uma peça infantil já que as crianças acabam tendo poucas oportunidades de ir ao teatro.

A Cia Eta Nós também elogiou a presença da primeira-dama na apresentação de domingo. “A gente percebe que o governo tem se mostrado muito interessado em investir no teatro amapaense como nas inúmeras outras manifestações culturais”, afirma a professora de Teatro e uma das atrizes da peça, Leide Vonlins.


Enredo - A Revolta dos Brinquedos é uma adaptação do original de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga de 1949, considerado um dos maiores clássicos do teatro infantil brasileiro, que no Amapá ganhou linguagem e visual atual, voltada para as crianças de hoje. Conta a história de brinquedos que cansados dos maus tratos de uma menina decidem se vingar e julgá-la. A ação caminha por meio de um sonho, representada pela Fada do Bosque (Leide Vonlins), que conscientiza a menina e os brinquedos dos seus atos. Uma história singela que equilibra com humor, preciosos ensinamentos de justiça e bondade, decorrendo em atmosfera de poesia e graça. Um divertido manifesto contra a violência, a solidão e a falta de poesia e fantasia. A direção da peça é de Cláudio Silva, que também atua no palco.

A peça é dividida em dois atos. No final do primeiro, os atores saem do palco e vão à platéia distribuir bombons para as crianças.

A Cia Eta Nós volta a apresentar o espetáculo no próximo domingo, 23, a partir das 19 horas, no Teatro das Bacabeiras. O ingresso custa R$ 2,00.


RENIVALDO COSTA


 


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Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.