Expo-feira já tem pronto o
calendário de inscrições
Dalvaci Dias

A Comissão organizadora da XL Expo-feira Agropecuária definiu o período de inscrições para utilização de espaços destinados às atividades comerciais e apresentações empresariais no Parque de Exposições em Fazendinha.

Essas atividades serão concentradas por categorias afins, em lugares pré-determinados, visando facilitar o fluxo de visitantes na área do parque.

Uma parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura (Seaf) e a Associação dos Trabalhadores Autônomos no Comércio Informal e Micro-Empresários do Estado do Amapá (Astracime), garante a qualidade dos produtos e serviços a serem oferecidos por ambulantes, camelôs e lanchonetes à população consumidora, por ocasião do evento. Essa parceria visa, também, a otimização do espaço físico e a higienização do local.

O envolvimento da Astracime no processo de administração dos serviços no Parque de Exposições é uma ação simples, mas que obedece à orientação estratégica do Governo do Estado, de oportunizar a participação democrática da sociedade civil organizada no processo de desenvolvimento do Amapá.

O funcionamento do Parque de Exposições é também uma atividade do Programa Apoio à Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca, Floresta e do Abastecimento (Seaf) e se enquadra no Programa de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado.

A presidente da entidade, Maria do Socorro do Carmo Leite, disse que assumiu esse desafio porque se sente prestigiada em integrar a parceria com a Seaf, no sentido de fazer o melhor no visual de um dos eventos tradicionais do estado. ‘Se depender da nossa associação, essa vitrine do setor agropecuário será um cartão postal capaz de elevar o evento ao nível das grandes exposições dessa natureza que ocorrem pelo Brasil”, completou a presidente.

O gerente de Exposições e Feiras da Seaf, Otacílio Pereira Barbosa, informou que estão disponíveis 178 espaços, incluindo lanchonetes, camelôs e ambulantes. Para bares e churrascarias foram disponibilizados 14 espaços, e um total de 18 estandes para exposições empresariais.

A XL Expo-Feira Agropecuária do Estado do Amapá ocorrerá no período de 31 de agosto a 13 de setembro de 2003, no Parque de Exposições Engenheiro Agrônomo Antonio Roberto Ferreira da Silva, em Fazendinha e, segundo as projeções de Otacílio, começa a se delinear uma participação expressiva de pecuaristas do Amapá e de diversas regiões do país.

Calendário

XL Expo-Feira Agropecuária do Estado do Amapá
Inscrição para ambulantes, camelôs e lanchonetes.

Período:
16 a 25 de julho de 2003

Horário:
8h às 18h

Local:
Sede da Astracime (Associação dos Trabalhadores Autônomos no Comércio Informal e Micro-Empresários do Amapá)

- Rua S. José nº 2523-A, Centro (Praça do Mercado de Peixes).

Inscrição para Bares, Churrascarias e Sorveterias


Período:
16 a 23 de julho de 2003

Horário:
9h às 12h e das 15h às 18h

Local:
Parque de Exposições da Fazendinha - Setor administrativo - Sala 07.

Inscrição para Estandes Empresariais


Período para apresentação de propostas:
21 a 25 de julho de 2003

Horário:
9h às 12h e 15h às 18h

Local:
Parque de Exposições da Fazendinha, Setor Administrativo, Sala 07.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.