ADA promove Seminários
Participativos sobre APLs
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Eqüidade social e sustentabilidade ambiental com a indicação dos Arranjos Produtivos Locais - APLs que melhor se ajustem aos critérios de um desenvolvimento regional que orientam o governo Lula e dão os rumos à Nova SUDAM. A diretoria colegiada da Agência de Desenvolvimento da Amazônia - ADA, coloca em discussão esses assuntos no segundo Seminário Participativo que promove nesta quinta e sexta-feira, 18 e 19, em Macapá. A abertura será no Salão Nobre do Palácio do Setentrião, com início às 14:30 horas, quando a diretora-geral da ADA, Maria do Carmo Martins, falará sobre as Novas Perspectivas de Desenvolvimento Regional e a Nova SUDAM. O evento reunirá agentes dos governos local e federal, da sociedade civil, das ONGs, dos sindicatos e federações, dos órgãos do sistema social e das instituições de ensino e pesquisa e será o primeiro de uma série que ocorrerá em todos os estados da Amazônia Legal. Serão indicadas necessidades e possibilidades de novas ações, sobretudo as dos programas finalísticos do Ministério da Integração Nacional (MI), que pretende orientar, já no próximo ano, todos os seus programas de desenvolvimento regional pelo novo conceito.

APLs são aglomerações territoriais de agentes econômicos, políticos e sociais centrados em um conjunto específico de atividades econômicas que apresentam vínculos. O evento tem a finalidade de discutir com a sociedade a implementação de ações, de forma sinérgica e concertada, voltadas a propiciar o desenvolvimento sustentável da Região. A diretora-geral da ADA, Maria do Carmo Martins fará a abertura do evento falando sobre o tema As Novas Perspectivas de Desenvolvimento Regional e o Novo Tipo de Instituição que o conduzirá, a Nova SUDAM. Serão colhidas propostas para a indicação de arranjos produtivos em cada um dos nove estados amazônicos que serão discutidas no local. Alguns dos elementos para a qualificação dos APLs são redistribuição de renda, proteção de sustentabilidade ambiental, fortalecimento de capital humano local e formação ou desenvolvimento de capital social local.

SEMINÁRIOS EM SÉRIE
A promoção de seminários série fundamenta-se na política regional estabelecida pelo governo federal, voltada para a inclusão social e desconcentração de renda, que será assegurada por crescimento econômico ambientalmente sustentável e redutor das desigualdades regionais. O primeiro aconteceu no Maranhão, dias 15 e 16 passados e o segundo é em Macapá. A previsão é de que encerrem os 9 seminários com um evento em Belém, na semana do Círio de Nazaré.

Numa primeira tarefa, buscam-se meios e mecanismos para a ação convergente dos órgãos e entidades federais. No caso da Amazônia, procura-se estabelecer uma macro referência de planejamento para toda a Região, através do Plano da Amazônia Sustentável - PAS, em fase final de elaboração no âmbito dos Ministérios da Integração Nacional e do Meio Ambiente, além de referências mais concretas pela delimitação de sub-espaços de atuação e suas aglomeração econômicas mais sinérgicas.

Na Amazônia, além do esforço anterior nessa direção, produzido pelo Banco da Amazônia S.A. - BASA no âmbito do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Norte - FNO, há também o esforço do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT, no contexto de seu programa de Plataforma Tecnológica, de abrangência nacional, além de iniciativas semelhantes promovidas pelas entidades de governos locais e de organizações da sociedade civil.

A Agência de Desenvolvimento da Amazônia (rumo à Nova SUDAM), promoverá essa convergência entre os dispositivos programáticos dos diversos órgãos federais, através de Seminários Participativos, visando à apresentação e discussão dos fundamentos estratégicos de desenvolvimento regional com eqüidade e sustentabilidade ambiental para a constituir objeto de ação convergente dos órgãos do poder federal na região, em particular do Ministério da Integração Nacional.

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.