Micro, pequenos e médios empresários
de Oiapoque vão receber
orientação sobre o Novo Código Civil

A Legislação Fiscal e Tributária do Estado. O que modificou no cotidiano das micro, pequenas e médias empresas com a entrada do Novo Código Civil? Para responder essa e outras perguntas o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) na Amapá realiza no próximo dia 23, domingo, em Oiapoque, norte do Estado, o primeiro seminário “Orientação Empresarial”.

O evento vai reunir representantes da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), da Receita Federal, da Agência de Fomento do Amapá (Afap), da Associação Comercial de Oiapoque e do Conselho Regional de Contabilidade. “Isto será mais do que um seminário e estamos chamando de encontrão e vamos buscar fazer o máximo de esclarecimento possível para que todos passem a ter um maior conhecimento sobre o que mudou e como devem agir a partir de agora”, explica a coordenadora da Unidade de Gerenciamento Empresarial, Conceição Mira.

A pequena empresa e o Novo Código Civil, educação fiscal e tributária, valorização e fiscalização do profissional contábil serão alguns dos temas a serem discutidos pelos palestrantes.

Mesmo denominado de primeiro seminário, a capital do Estado foi a primeira a receber a palestra sobre o Novo Código Civil e reuniu mais de quinhentas pessoas no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço. Depois de Oiapoque, a próxima cidade receber a caravana do Sebrae será a cidade de Laranjal do Jarí, sul do Amapá. “Só falta definirmos a data”, disse Conceição.

Distribuição

Durante o seminário, os participantes irão receber uma cartilha, preparada pelo Sebrae para que a sociedade de um modo geral possa ter um melhor conhecimento sobre as referidas mudanças no código. Só em Oiapoque deverão ser distribuídas cerca de duas mil cartilhas.

Serviço:

Sebrae no Amapá: (96) 214-1417

 

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.