Grupo folclórico amapaense no Congresso dos Municípios

O Grupo Raízes do Bolão fundado em 1997 é uma homenagem ao senhor Maximiniano Machado dos Santos “Bolão” falecido em 1999. Bolão foi o idealizador do grupo folclórico Raízes do Bolão formado por seus filhos, netos e amigos bairro do Laguinho. São negros oriundos do Quilombo do Curiaú, localizado há oito quilômetros da capital amapaense. Os 55 integrantes já fizeram apresentações em várias partes do Brasil e exterior como: Ibirapuera-SP, Sesc- Pompéia e Amisterdam - Alemanha. O Raízes do Bolão busca a proposta de difundir a cultura do Amapá, sendo com os ritmos do Marabaixo e o Batuque.

Marabaixo: É o som tirado de caixas, com músicas feitas em verso e rimas.

Batuque: Ritmos feitos por tambores e pandeiros, com músicas também em verso e rimas. Os instrumentos do batuque são confeccionados de troncos de árvores e couro de carneiro e sucuri. A bebida tradicional utilizada nas apresentações do grupo é a gengibirra, feita de gengibre, açúcar e cachaça.

Durante o congresso dos municípios apenas 12 integrantes estarão se apresentando no stand da Prefeitura Municipal de Macapá nos período de 24 a 27 de março,na Expo-Brasília.


Andréia Freitas
DCS/PMM

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.