Major decide falar sobre
o episódio da fita gravada

Apontado como envolvido em uma "armação" para prender o radialista Hélio Nogueira, em fita gravada pelo próprio radialista, com o coronel Leonildo Barreto, o major Jorge Corrêa decidiu romper o silêncio e fez divulgar a seguinte nota de esclarecimento:

"Nota de Esclarecimento

O major Corrêa, vem a público, informar a toda sociedade amapaense que a divulgação do seu nome, como envolvido em suposta "armação" para prender o Sr. Hélio Nogueira, não passa de acusações levianas e irresponsáveis, e que teve grande repercussão porque partiu de um Coronel da Polícia Militar, o Sr. Coronel PM Francisco Leonildo Costa Barreto - Cel Leonildo.

1- Deixo de ficar calado, neste momento, para não pairar dúvidas sobre a minha conduta profissional, moral e ética ilibada - já diz um ditado popular: "Quem cala consente".

2- Em 14 Jul 04, completarei 24 (vinte e quatro) anos de serviço como Policial Militar e 01(um) no Exército Brasileiro, fazendo um total de 25 (vinte e cinco) anos como militar, passando na carreira pelas graduações de Soldado, 3º, 2º e 1º Sargento, Aspirante a oficial, 2º e 1º Tenente, Capitão e hoje estou no posto de Major e nunca fui punido disciplinarmente ou condenado pela justiça, no Amapá ou no Brasil. Pelo contrário, fui condecorado com as medalhas Dedicação Policial Militar de 10 (dez) e 20 (vinte) anos de bons serviços prestados a minha instituição e a sociedade amapaense.

3- Em meus assentamentos, que coloco a disposição que qualquer pessoa interessada, só constam elogios, tanto aqui no Amapá, como de outras Polícias Militares, onde tive a oportunidade de realizar cursos, como na PMMG, PMPA, PMPE e PMCE, onde representei a nossa Instituição e o Amapá com galhardia e abnegação.

4- Ainda sobre a minha conduta como Policial Militar (Servidor Público) e como cidadão tenho recebido de vários companheiros e amigos gestos de apoio e solidariedade. São pessoas que conhecem o meu trabalho, a minha postura, minha honestidade, e sabem que não fui, não sou e nem serei conivente com ações ilícitas, falcatruas, "jogadas", pilantragem, etc, pelo contrário, minhas atitudes, em qualquer situação, são pautadas nas leis, na justiça e no respeito as pessoas, independente de serem civis ou militares, brancos ou negros, jovens ou idosos, homens ou mulheres e superiores ou subordinados. Já aproveito a oportunidade para agradecer a confiança dessas pessoas que acreditam na minha conduta ilibada.

5- Confio na justiça do nosso Estado. Por isso, já estou acionando judicialmente o Sr. Coronel Leonildo e outros para que eles possam apresentar as provas que tem para assegurar a acusação, caso contrário, sejam responsabilizados cível e criminalmente pelos atos ilícitos que cometeram.

6- Asseguro a toda a sociedade que está apreensiva pela verdade, pois as denúncias maculam não só os Oficiais citados, mas também a Instituição Polícia Militar, de que na prisão do Sr. Hélio Nogueira, não houve "armação" qualquer, ou seja, a Polícia Militar não plantou droga, para incriminar o Sr. Hélio Nogueira.

7- Por ter certeza absoluta de que não houve "armação", estou a disposição do Comando Geral da PMAP e do Ministério Público para colaborar com a apuração minuciosa dos fatos, que mostrará a minha inocência e responsabilizará o Sr. Hélio Nogueira pelo ato ilícito noticiado na prisão em flagrante e o Sr. Coronel Leonildo pelas denúncias infundadas que divulgou.

Finalizando, aproveito para elogiar toda imprensa local, rádio, jornal e televisão pelo brilhante papel de divulgar fatos desta natureza, para dar conhecimento a toda sociedade e exigir, de imediato, a apuração das denúncias de atos ilícitos, principalmente, os praticados por pessoas que tem o dever de coibi-los.

Macapá-AP, 16 de março 2004.

JORGE FURTADO CORRÊA - MAJOR QOPM "



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Matinta-perêra
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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.