Convênio para a limpeza de
Macapá e Santana gerar
gerar mais de mil empregos

O convênio firmado entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Macapá para a execução de serviços de coleta de resíduos sólidos, retirada de entulho além de limpeza e conservação de logradouros públicos vai mobilizar um volume expressivo de empregos diretos e indiretos.

O convênio foi assinado esta semana pelo governador Waldez Góes, João Henrique Pimentel (Prefeito de Macapá), Gervásio Oliveira (Seinf) e Washington Luís Pereira Marques (Semosp).

Os recursos destinados à execução do convênio correspondem a 3 milhões e 600 mil reais, sendo que os valores serão liberados de acordo com previsão em cronograma de desembolso. O prazo para a execução dos serviços será de 304 dias consecutivos (cerca de 10 meses) e serão atendidos todos bairros de Macapá além do Distrito de Fazendinha.

Para os serviços vão ser utilizados maquinários como pá carregadeira, motoniveladora, caçambas e trator de esteira. Em Macapá, serão mais de 140 empregos diretos, de garis, apontadores e encarregados. Além disso, serão mobilizados motoristas, operadores de máquinas pesadas e outros trabalhadores braçais.

Juntando ao volume de pessoas que serão mobilizadas também no município de Santana, onde serão gastos R$ 1 milhão e 700 mil e cujo convênio foi assinado com o prefeito Rosemiro Rocha, serão gerados mais de mil empregos, entre diretos e indiretos. Somente com os recursos do Estado, serão movimentados R$ 5 milhões e 300 mil nas cidades de Macapá e Santana.

O objetivo do Programa é auxiliar as Prefeituras Municipais na limpeza urbana da cidade que em algumas áreas a situação é caótica, especialmente nos bairros onde há maior incidência de doenças pela existência de problemas ambientais relacionados ao lixo.

No caso do convênio firmado com a Prefeitura de Macapá, o governo do Estado, através da Seinf, vai bancar e executar toda a obra de limpeza e revitalização urbana da zona sul da capital, cujo valor está em torno de R$ 1 milhão e 800 mil. À Prefeitura de Macapá caberá a zona norte da cidade. Em ambos os casos, os recursos serão disponibilizados pelo Estado, num total de R$ 3 milhões e 600 mil.

Além do aspecto paisagístico, as obras vão garantir um ambiente mais saudável para trânsito e passeio de pedestres e condutores e, o mais importante, servir como investimento para as ações preventivas na área da saúde, ajudando a combater doenças e problemas ambientais relacionados ao lixo. (Renivaldo Costa)


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Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.