Encontro franco-brasileiro debate
cooperação em seguança pública.

Representantes de instituições ligadas à área da Segurança Pública dos governos da Guiana Francesa, Pará e Amapá estarão reunidos nesta quinta-feira, 17, no Salão Nobre do Palácio do Setentrião para o Segundo Encontro Franco-Brasileiro sobre o Serviço de Cooperação Técnica Internacional de Polícia. A reunião ocorre das 8 às 18 horas.

O objetivo é avaliar o projeto intitulado “Consolidação das capacidades operacionais dos serviços de segurança agindo em zona fronteiriça no âmbito do combate ao crime organizado e grandes tráficos”, cuja execução iniciou-se no ano passado e encerra-se com o encontro desta quinta-feira.

O projeto envolve discussões de atividades táticas e operacionais, além de um curso já ministrado em Macapá, no período de 16 de abril a 7 de maio deste ano, do qual participaram policiais franceses e brasileiros.

O primeiro encontro franco-brasileiro ocorreu em Caiena nos dias 21 e 22 de maio de 2003. Todo o projeto é gerido e financiado pelo Fundo de Cooperação Regional, do qual fazem parte a Guiana Francesa e os Estados do Pará e Amapá.

No evento desta quinta-feira, como parte da comitiva do Estado do Pará, estarão presentes o secretário Especial de Defesa Social, Manoel Santino e o superintendente da Polícia Federal, José Ferreira Sales. O diretor de Polícia Judiciária da PF, Zulmar Pimentel dos Santos, também participará do evento.

A maior comitiva é do governo francês, que terá representes da Procuradoria da República (Anne Kayanakis), Departamento de Polícia das Fronteiras (Pierre Campa), Departamento de Segurança Pública (Joseph Fabiani), Antena de Polícia Judiciária em Caiena (Jean-Marie Roggero), Comando das Forças da Gendarmerie da Guiana (Jean-Philippe Danede), Departamento de Alfândegas (Jean-Marie Coquio), Polícia Nacional (Bernard Conreau) além dos adidos de Segurança Interior, Andre Miñana e Pascal Benitez e do cônsul honorário da França em Macapá, Jean-François Le Cornec.

O governo do Amapá, que será anfitrião do evento, envolverá todos os órgãos ligados à Segurança Pública, dentre eles as polícias Militar e Civil, além de ter convidado a Procuradoria Geral do Estado (PGE), Procuradoria da República e Superintendência da Polícia Federal.


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Matinta-perêra
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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.