Sebrae realiza palestra para
o Setor Pesqueiro do Amapá


Denyse Quintas

O Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Amapá em
parceria com a Federação dos Pescadores, realiza no dia 27 de junho palestra sobre Cooperativismo. Participam da palestra os Pescadores de Colônias, cooperativas de pesca e todos os setores ligados ao segmento da produção de pesca do Estado, a partir das 8:30, no Santana Esporte Clube, na Vila Amazonas.

O Projeto do Sebrae para o Setor Pesqueiro "Cadeia Produtiva do Pescado - Pesca Artesanal", consiste em ações integradas e um maior dinamismo para o seguimento de pesca, onde busca implementar a qualificação da mão-de-obra com geração de emprego e renda e incentivo à utilização de novas tecnologias no seguimento para o estímulo ao desenvolvimento sustentável.

Nos municípios envolvidos serão realizadas palestras sobre: - incentivo a criação de novas cooperativas; empresas e associações de trabalhadores da pesca; a importância na manipulação dos alimentos e inserção de novas
técnicas, capacitando aproximadamente 300 pescadores.

No Amapá o município de Calçoene, distante 374 Km de Macapá, concentra o pólo industrial de Pesca do Estado. Um empreendimento que gerou 450 empregos diretos. Os municípios de Amapá, Pracuúba e Oiapoque também desenvolvem atividades pesqueiras.

Antes, toda a produção do pescado saía do Estado e era beneficiado em Belém ou em São Paulo, tornando os pescadores reféns das grandes empresas que compravam o produto a um preço bem a baixo do mercado. Hoje, essa realidade mudou e o pescado passou a ser beneficiado no próprio município e, com isso, dando uma nova perspectiva de vida aos pescadores da região.

A pescada amarela, gurijuba, camarão regional, camarão rosa e dourada, além de satisfazer o mercado local, e até mesmo o de outros centros, são comercializados também para outros países como Venezuela e Japão, este
último principal comprador do grude da Gurijuba (Béxiga Natatória).

Com isso o Sebrae no Amapá desenvolveu o Projeto de Pesca Artesanal, direcionado a colônia de pescadores envolvendo os municípios de Macapá, Santana, Amapá, Calçoene e o Arquipélago do Bailique.

"O Projeto foi entregue ao Secretário Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, José Fritsh, em sua visita ao Estado, e o Sebrae
está executando em parceria com DFA (Delegacia Federal de Agricultura) as ações voltadas ao Setor Pesqueiro", explicou, Cristina Belline, gestora do Projeto no Sebrae Amapá.

Serviço:
Sebrae no Amapá: (96) 214-1427


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.