Hospital da Mulher anuncia
funcionamento
do Banco de Leite Humano

Técnicos e funcionários do Hospital da Mulher Mãe Luzia, em Macapá, em número de 25, participam desde quarta-feira, 18, de um treinamento sobre aleitamento materno. O objetivo é qualificá-los para que passem a atuar profissionalmente no Banco de Leite Humano do Amapá, anexo àquela unidade. O treinamento acontece nos turnos da manhã e tarde no mesmo prédio onde funcionará o Banco de Leite. O instrutor é o médico João Aprígio Guerra de Almeida, coordenador e pesquisador do Centro de Referência Nacional do Banco de Leite Humano. Olinda Consuelo Lima Araújo, diretora do Hospital da Mulher, garante que a partir desta quinta-feira, 19, o serviço entre em funcionamento.

A diretora anunciou que inicialmente o Banco de Leite irá atender as parturientes que estiverem internadas ou recebendo atendimentos no Hospital Mãe Luzia. “A data oficial de inauguração do Banco de Leite ainda não foi definida”, explicou.

Critérios
O Banco de Leite Humano do Amapá, funcionará como uma espécie de HEMOAP (Centro de Hematologia e Hemoterapia do Amapá), que trabalha com a coleta e doação posterior de sangue, a diferença, é que a coleta e doação de leite humano será feita em parceria com o pessoal do Corpo de Bombeiros Militar. Explica a diretora, que a coleta do leite materno para o hospital será feita na casa do doador, o transporte do material é de responsabilidade da equipe do bombeiro. Para ser uma doadora de leite materno, a mulher terá que obedecer a critérios que serão pré-estabelecidos pelo hospital. Consuelo garante que, diferente da doação de sangue, o índice de rejeição de leite humano é quase zero.

Na quinta-feira, 19, o médico João Aprígio Guerra, fará uma palestra, no auditório do Centro de Referência em Desenvolvimento Sustentável (CRDS), a partir das 19h, sobre os temas “A evolução do conhecimento científico sobre o leite materno” e “Histórico e evolução do aleitamento materno no Brasil”. A palestra é destinada a técnicos em saúde, mães e a população interessada no assunto.

EDY WILSON SILVA


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.