CR Almeida recontrata pessoal
e reinicia o serviço na Br 156


Os 258 trabalhadores que estavam de aviso prévio da empreiteira CR Almeida, que trabalha na pavimentação da BR-156 voltaram ao trablho na última sexta-feira, 27. As obras da estrada que liga Macapá ao Oiapoque e ao Platô das Guianas futuramente, recomeçaram graças ao empenho da governadora do Amapá Dalva Figueiredo (PT), que conseguiu que a execução dos serviços e a readmissão dos funcionários injetando recursos do próprio Estado. São 428 quilômetros de asfaltamento, um trabalho que exige o investimento total de R$ 280 milhões de reais -recursos que já estão no orçamento do Governo Federal para disponibilizar até o próximo ano.

Para garantir os serviços, o governo antecipou recursos do orçamento do Estado e aguarda o reembolso que a União deve ao Amapá. Segundo o secretário da Setrap, Jaezer Dantas, o governo amapaense faz gerencia, junto ao Ministério dos Transportes para que os 20 milhões prometidos para a BR-156, por ocasião da criação do Parque das Montanhas do Tumucumaque, seja liberado ainda este ano.

O asfaltamento da BR-156, além de gerar emprego e economia para o Estado, respalda o "Acordo Quadro", assinado em setembro de 1997, entre os presidentes Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, e Jacques Chirac, da França, que beneficia o Amapá.

O asfaltamento da rodovia permitirá no futuro a interligação de Macapá a Manaus, no Amazonas, e a Caracas, na Venezuela, passando por Caiena, Paramaribo, Georgetown e Boa Vista.

Carlos de Jesus

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.