Mapoteca Digital da SEMA pode
facilitar a
formulação de políticas públicas

Os gestores amapaenses têm agora à disposição uma poderosa ferramenta para auxiliá-los na elaboração das políticas públicas. É o que afirma o secretário de Estado do Meio Ambiente, Edvaldo de Azevedo Souza, ao referir-se à Mapoteca Digital — Coleção de Mapa 2004, lançada nesta sexta-feira, 29, pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

“A Mapoteca irá ajudar e muito nossos governantes. Qualquer gestor tem agora disponível, em formato digital, informações precisas sobre a cidade de Macapá e o Estado”, informou, acrescentando que não se trata de um trabalho acabado. “As informações podem ser atualizadas a qualquer momento”.

Desenvolvido pela Divisão de Geoprocessamento (DGEO) e pelo Centro Estadual de Usuários do Sivam (CEU), os mapas digitais apresentam riquezas de detalhes, sendo possível, por exemplo, com apenas alguns cliques chegar a identificar perfeitamente até mesmo uma residência na cidade.

“Esse trabalho traz um ganho muito grande. As prefeituras, por exemplo, têm agora como saber o limite exato dos bairros, e com isso planejar melhor a urbanização de suas cidades. Como a base de dados será sempre reabastecida, as prefeituras terão também como monitorar as transformações que ocorrem na área urbana, incluindo a identificação de áreas de invasões”, disse.

As informações sobre a malha rodoviária do Estado também são detalhadas. Um traço qualquer que aparece no mapa, representando uma estrada, permite que sejam obtidas informações como nome, jurisdição, tipo de pavimentação e outras informações que se fizerem necessárias sobre ela.

“Esses dados ficam armazenados em tabelas e são relacionados aos entes geográficos por um geocódigo, ou seja, um campo identificador que associa a geometria às suas características e podem ser acessados por recursos específicos presentes nos sistemas informatizados”, enfatizou.

Extraída da base cartográfica da Sema, o sistema possibilitará também um ganho maior na área da fiscalização ambiental, uma das principais atividades da secretaria. Com a base de dados cartográfica em mãos, os fiscais da Sema não precisarão mais se deslocar a uma determinada área, em qualquer canto do Estado, para investigar a ocorrência de crimes ambientais. O monitoramento passará a ser feito em cima dos mapas, principalmente das carta-imagens (fotos de satélites) que será sempre atualizada.

“Isso representa um enorme ganho de tempo e de redução de custo. Só o fato de você não precisar se deslocar até a área de ocorrência, permite que a ação a ser empreendida seja mais ágil. Ou seja, quando o fiscal sair da base, ele já vai sabendo do tipo de problema que está ocorrendo, se é desmatamento ou queimada. Ele não ficará mais tateando no escuro”, revelou.

Joel Elias





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Matinta-perêra
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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.