Investimento:
Governo federal vai investir R$ 80 milhões
na reforma do aeroporto do Amapá

A reforma é um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e tem como meta melhorar as condições do aeroporto, já que o Estado é a principal porta para a Europa

O Aeroporto Internacional de Macapá passa pela primeira grande reforma, desde sua construção em 1979. Os trabalhos devem ter início até o final deste semestre. O protocolo de intenções foi assinado ontem na sala de reuniões do Palácio do Setentrião, sede do governo do Amapá.

Durante a assinatura, o governador Waldez Góes, agradeceu o empenho da bancada federal. A obra, segundo ele, marca uma nova era entre os poderes. “O Estado passou por um período turbulento causando um certo atraso em seu no desenvolvimento. Hoje, estamos mostrando que temos um único objetivo que é lutar pela melhoria sócio-econômica do Amapá”, disse.

Para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o êxito nas negociações com o governo federal demonstra o interesse da bancada na luta pela reforma política, econômica e social do Estado.

O presidente da Infraero (Empresa de Infraestrutura Aeroportuária), Carlos Wilson Campos, destacou que a reforma do aeroporto é um compromisso assumido por Luiz Inácio Lula da Silva. Disse também que o Amapá é o primeiro estado a receber um grande investimento do governo Federal.

“O presidente pediu apenas para darmos condições dignas ao Amapá e a todos que aqui chegam”, disse Carlos Wilson Campos.

Obra

Para este ano os serviços a serem feitos são os de ampliação do pátiode aeronaves, instalação do PAPI (Indicador de Trajetória de Aproximação de Precisão), reforma e ampliação da Seção Contra-Incêndio, muro patrimonial, implantação de APP (Controle de Aproximação) e obras de adequação do atual TPS.

O investimento para essa primeira etapa deve custar cerca de R$ 2,6 milhões. Ao todo, governo federal e Infraero devem gastar mais R$ 80 milhões.

O novo aeroporto deve ser entregue somente em 2006. Serão três anos de trabalho. Tudo para coloca-lo em condições semelhantes aos grandes aeroportos como o de Garulhos, São Paulo, Santos Dumont, Rio de Janeiro e Val-de-Cães, no Pará, considerado um dos mais moderno do País.

Em 2002, o aeroporto de Macapá registrou um aumento de 26% no movimento de passageiros em relação ao ano anterior. A capacidade do atual terminal de passageiros é de 196 mil passageiros/ano. Com a reforma passa para 670 mil passageiros/ano. “Isso demonstra a necessidade de investirmos aqui”, salienta o presidente da Infraero.

Serviço:Sebrae no Amapá: (96) 214-14235

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.