Antonio Nogueira pede apoio à campanha da Fraternidade e pressa na aprovação do Estatuto do Idoso.

O deputado lamentou a situação que muitos idosos enfrentam para conseguir sobreviver no País e pediu ao Presidente da Câmara, João Paulo Cunha, pressa na aprovação do Estatuto do Idoso que vai ser um instrumento em defesa dos idosos. No discurso Nogueira também parabenizou a câmara pela homenagem feita à Campanha da Fraternidade 2003 “Vida, Dignidade e Esperança” e lembrou que todos os parlamentares precisam apoiar a campanha para reverter a situação de miséria que vive muita gente que passou dos 60 anos.

- Num mundo em que valoriza a força física, a beleza e a juventude, a palavra “velho” traz uma carga de significados negativos. Por outro lado, o aumento da longevidade é um fenômeno novo, disse o deputado. Para Nogueira a melhora nas condições de vida e os ganhos nas práticas de saúde aumentaram a expectativa de vida dos brasileiros que poderá chegar a 100 anos. “Mas para que isso aconteça os desafios sociais são muitos e precisam ser superados por este governo”.

- Trecho do discurso: “Em meu estado, o Amapá, precisamos ter políticas voltadas à manutenção dos idosos no mercado de trabalho, o que hoje não acontece. Em todo o País é necessário nos livrarmos de preconceitos e de mitos como o que diz que a idade diminui a inteligência, e que o idoso tem mais dificuldade de aprender. Se assim fosse, as aulas de alfabetização para idosos não alcançariam o sucesso que vemos, nem boa parte dos nossos governantes teriam mais de 60 anos. É essencial que este governo dê atenção a quem ajudou e pode continuar ajudando este País a crescer. Vamos apoiar a Campanha da Fraternidade e a aprovação do Estatuto do Idoso, como grande gesto e reconhecimento de que muito precisamos da disposição e experiência dos nossos jovens da terceira idade”.


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.