Energia alternativa vai ser usada
para atender comuniades isoladas.

O Governo do Amapá vai realizar um diagnóstico em todas as regiões do Estado para identificar as necessidades das comunidades que estão distantes do sistema de distribuição de energia convencional, e que, portanto, ainda não têm acesso à eletricidade. A intenção do governo é formatar um projeto de inclusão destas regiões através de soluções alternativas, como a geração de energia fotovoltaica ou a construção de microcentrais hidrelétricas (MCH), sistema para o qual a Amazônia tem grande potencial.

O estudo, que também prevê o mapeamento dos recursos naturais renováveis do Estado, será feito em parceria com a Rede Nacional de Organizações da Sociedade Civil Para as Energias Renováveis (Renove). Diretores da rede, que reúne entidades envolvidas em projetos de substituição de energias fósseis por energias ambientais, estiveram reunidos esta semana com o governador Waldez Góes e vários gestores da equipe de governo para discutir o assunto.

De acordo com levantamento preliminar da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Setec) há uma demanda de pelo menos 100 localidades espalhadas em várias regiões do Estado, que não são atingidas pela rede convencional. Com investimento em infra-estrutura elétrica essas localidades teriam condições de viabilizar cadeias produtivas locais.

Um exemplo disso é a comunidade de Pancada do Camaipí, que tem uma produção própria relevante, mas carece de energia elétrica para adensar a cadeia produtiva. “ A idéia é reunir nesse projeto os setores de infra-estrutura, ciência e tecnologia e meio ambiente para pesquisar em conjunto arranjos operacionais para produção de energia com baixo custo, gerando benefícios sociais como geração de renda e novas regiões produtivas”, explicou Waldez Góes.

De acordo com Joseph Newman, diretor da Winrock International, instituição que integra a executiva da Renove, a rede é a maior do Brasil em organizações não-governamentais dedicadas à promoção e inclusão das energias renováveis na agenda do desenvolvimento sustentável brasileiro, com um corpo de associados distribuídos em todas as regiões do País, atuando através da integração com os setores público e privado.

“A Rede aponta soluções inovadoras, através do uso das energias limpas, para problemas persistentes nas áreas de eletrificação rural, geração de renda, eficiência energética, meio ambiente, remoção de pobreza, desenvolvimento sócio-econômico, meio ambiente, saúde e educação”, explica ele.

Entre as soluções que podem ser adotadas para as comunidades locais está o bombeamento de água e o funcionamento de estufas para secagem ou armazenamento de produtos hortigranjeiros, através da energia solar. Também podem ser implementados projetos sociais como a inclusão digital de alunos de escolas localizadas em comunidades isoladas, através de núcleos digitais solar e de iluminação pública.

 


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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.