Capiberibe exalta decisão
da Saúde de
tornar públicas suas contas

O senador João Capiberibe (PSB-AP) manifestou nesta segunda-feira, 31/05, o seu contentamento em saber da decisão do Ministério da Saúde de tornar públicos todos os contratos administrativos e licitações realizadas pela pasta. Ele salientou que todos os fatos ocorridos no Ministério da Saúde com relação a operação 'vampiro" aconteceram porque não havia meio da população fiscalizar e cobrar de onde vinham e para onde iam os recursos. "O orçamento do Ministério da Saúde está estimado em R$ 36 bilhões e a população quer saber para onde vai sua contribuição - isso não pode ser uma caixa preta e essa decisão, com certeza, ajudará a combater a corrupção", alertou o senador.

Segundo o senador, a corrupção é um problema grave que historicamente se entranha na maior parte das sociedades. "Não se trata de um fenômeno brasileiro. A corrupção afeta países ricos e pobres. O combate à corrupção depende dos instrumentos e recursos importantes, inclusive humanos, para assegurar correta aplicação do dinheiro público.

Portanto, nós teremos que mudar o tratamento dado à contribuição do cidadão e, mais do que isso, o tratamento dado aos gastos dos recursos do contribuinte.

Para Capiberibe a Internet nos proporciona essa facilidade e prova disso é que durante o seu governo no Amapá disponibilizou todas as contas públicas do Estado na Internet o que possibilitou ao cidadão amapaense fiscalizar os empenhos e os gastos.

O Projeto de Lei apresentado pelo senador - Projeto Transparência - já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e já tem parecer favorável do relator na Comissão de Assuntos Econômicos.


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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.