Liminar do STF tira governo do Amapá do Siaf

O Governo do Estado, ganhou liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) autorizando a exclusão do Amapá do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf). Se permanecesse com a inscrição no sistema, o Estado estaria impossibilitado de celebrar convênios e receber recursos da administração pública federal, o que comprometeria a gestão pública e prejudicaria a população local.

Em primeira análise, o Ministro Marco Aurélio havia indeferido a ação interposta pelo Estado, que não se contentou com a negativa e pediu a reconsideração do pedido, por meio de Ação Cautelar Inominada.

A ação com pedido de reconsideração baseou-se nos prejuízos incalculáveis que os amapaenses sofreriam, caso fosse mantida a restrição, pois o Amapá é um Estado pobre e dependente dos recursos provenientes da União, que chegam a quase 90% de suas receitas.

Outras razões alegadas no pedido foram a falta de pronunciamento definitivo do Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito da inadimplência, além da falta de prestação de contas de convênios celebrados com governos passados, o que prejudica mais uma vez o atual governo, impossibilitando-o de tomar as medidas administrativas necessárias para ressarcimento ao erário. Além disso - argumenta a ação - o atual governo não poderia ter a administração prejudicada por ações de governos anteriores.

Segundo avaliou o procurador geral do Estado, Ricardo Oliveira, a decisão do STF foi uma grande vitória para o Amapá, já que convênios como os da área de segurança pública, saúde, infra-estrutura, assistência social, entre outros, estavam seriamente comprometidos. “O mais difícil nós conseguimos, porque ficou claro aos ministros do STF que o atual governo do Estado sabe honrar compromissos e está disposto a prestar contas dentro dos prazos previstos em cada convênio, agora é só se preparar para a defesa oral”, destacou Ricardo Oliveira, acrescentando o apoio incondicional recebido do senador José Sarney, durante o trâmite da ação em Brasília.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.