Papaléo defende campanhas para incentivar a doação de órgãos

O senador Papaléo Paes (PMDB-AP) defendeu nesta quarta-feira, dia 30 de junho, a intensificação de campanhas pró-doação de órgãos. Discursando no Plenário do Senado Federal, ele lembrou que embora o Brasil ocupe o segundo lugar no mundo em número absoluto de doações, quando se leva em conta o tamanho da população o país cai para o nono lugar. O senador informou que embora o Brasil venha mantendo um crescimento constante do número de doações desde 1997, fechando o ano passado com 8.544 transplantes realizados, nos últimos três anos o ritmo de crescimento vem caindo. A lista de espera para transplantes, segundo disse, cresceu 13% só no ano passado, com 58.500 pacientes.

Papaléo reconheceu que o esforço das autoridades de saúde e de entidades organizadas da sociedade civil voltadas para o problema. Ele lembrou que no ano passado existiam 20 centrais estaduais e mais três centrais regionais, articuladas pelo Sistema Nacional de Transplantes, número que subiu para 22 e oito, respectivamente. Entre as novas centrais, está a de Macapá, no Amapá, que permitirá ao estado, dentro de três ou quatro anos, a realização de intervenções de complexidade.

Papaléo Paes alertou, no entanto, que o empenho da sociedade e do governo pode ser em vão se não houver uma campanha de esclarecimento para melhorar a captação de órgãos. O senador explicou que, pelo fato de a legislação obrigar a obtenção do consentimento da família antes da cirurgia, é comum que o curto prazo dificulte o convencimento.

- A educação, portanto, deve ser o principal meio para conseguirmos aumentar, de forma perene, a disponibilidade de órgãos, servindo as campanhas publicitárias mais para manter vivo o interesse pelo assunto - afirmou.

Com informações do Gabinete do Senador e da Agência Senado


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Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
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Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.