Governo federal cofirma
compromisso de Lula e
libera recursos para a BR

O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), recebeu nesta quinta-feira, 31, um ofício do gabinete do ministro dos Transportes, Anderson Adauto, informando que o Amapá receberá mais recursos ainda este ano para as obras de pavimentação da BR-156. Os recursos são dos projetos de lei nºs 23 e 24, da bancada do Amapá, e serão recompostos ao orçamento de 2003 imediatamente.

No final de maio, o governador Waldez Góes já havia conseguido a garantia do governo federal de que o Estado do Amapá receberia um montante expressivo de recursos da União ainda este ano.

Na época, em visita ao ministro dos Transportes, Anderson Adauto, houve a garantia da liberação de R$ 17 milhões dos restos a pagar relativos ao orçamento de 2002. É que o Amapá é um dos Estados autorizados pelo presidente Lula a receber integralmente os restos a pagar do ano passado. Esse montante, segundo o governador, será utilizado na retomada da construção da BR 156.

Neste encontro, foi aberta uma conversação sobre os projetos de lei nºs 23 e 24 referentes às emendas de bancada para este ano. Anderson Adauto disse na época que a liberação dos recursos dependeria de um aval da Casa Civil. No dia 25 de julho, Waldez Góes reuniu com o ministro José Dirceu e recebeu a garantia da liberação de mais de 40 milhões de reais para as obras de asfaltamento da BR 156 ainda este ano. Este é o montante dos restos a pagar do exercício de 2002, das emendas parlamentares e o ressarcimento do que o governo do Estado investiu na obra emergencial durante o inverno passado. “Vamos fazer tudo para dar certo, pois o presidente Lula sabe o quanto é importante a BR 156 para o desenvolvimento do Amapá”, disse Dirceu na época.

Renivaldo Costa


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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.