TRIBUNAL DE JUSTIÇA NEGA PROVIMENTO A AGRAVO
QUE PEDIA ADIAMENTO DE CONCURSO PÚBLICO.

Durante sessão realizada hoje (30/01) o Conselho da magistratura conheceu e negou provimento à unanimidade, ao agravo regimental contra a decisão do Desembargador Edinardo Souza que negou tutela antecipada à Ação Civil Pública interposta pelo Ministério Público Estadual em desfavor do Desembargador Mário Gurtyev de Queiroz, presidente da comissão organizadora do Concurso Público para serventuários da Justiça. O MP pretendia adiar o certame, que será realizado no próximo domingo, a fim de mudar o edital do concurso permitindo a inscrição de cegos bilaterias.

Em seu relato, o Desembargador Edinardo admite que o tema é polêmico mas mantêm a convicção de que os cargos ofertados no edital são absolutamente incompatíveis com esse tipo de deficiência. Contra o argumento do Ministério Público de que existe um procurador do trabalho, cego, o Magistrado lembra que pela natureza do seu cargo, ele se vale de intermediários. "Um procurador pode ser assessorado por um ou mais servidores que vêem por ele manuseiam os processos. No caso de simples servidor, isso não é possível, pois corresponderia a contratar duas pessoas para o mesmo cargo", destacou o relator, lembrando que, ao contrário do que pode parecer, não há discriminação contra deficientes. "Tanto que o edital considerou o percentual máximo de vagas definido em leis estadual e federal, destinado a candidatos portadores de necessidades especiais", finalizou.

A sessão contou com a participação dos Desembargadores Edinardo Souza (presidente e relator), Dôglas Evangelista Ramos e Carmo Antônio de Souza, além do Procurador de Justiça Nicolau Eládio Crispino.

Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça


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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.