Ano letivo começa no dia 9 de fevereiro

O ano letivo de 2004 começará no dia 9 de fevereiro para estudantes do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) e médio. No dia 1º de março para os alunos da educação infantil e ensino fundamental (1ª a 4ª séries).


A informação foi confirmada pela secretária de Estado da Educação, professora Vitória Chagas, que justificou o adiamento de uma semana, em relação à previsão inicial, por causa de adaptações que estão sendo feitas nas escolas, geradas pelo aumento do número de matrículas para este ano e também pelo curso de formação de professores.

Nos meses de janeiro e fevereiro, os professores de 1ª a 4ª séries estão fazendo curso de formação em nível superior, cumprindo os princípios da nova lei de ensino - nº9394/96.

Outra razão para que os calendários sejam distintos é que em várias escolas, os diretores ainda estão recebendo carteiras, mesas e algumas salas estão sendo adaptadas para receber mais alunos.

“Para que os calendários ficassem mais próximos decidimos replanejar o início do período letivo, que a princípio estava programado para o dia 2 de fevereiro”, diz Vitória Chagas, secretária de Estado da Educação.

Novas vagas
Em 2004, a oferta de novas vagas ficou entre 25 mil e 30 mil, para as modalidades de educação infantil, ensino fundamental e médio, educação de jovens e adultos em todo o Estado.

Os números não são precisos já que a secretaria está fazendo uma segunda chamada para garantir que todos os estudantes tenham acesso à sala de aula. “O objetivo do governador Waldez Góes é garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma vaga na escola pública”, avalia Vitória.

Professores

Sem esconder as dificuldades de todo início de ano, a secretária e os técnicos da Seed trabalham para que em 2004 nenhuma escola fique sem professor.

Em 2003 houve pouquíssimos casos de falta de profissional, principalmente no interior do Estado. “Faltou não porque a secretaria não quisesse contratar, mas por falta de professor que tivesse disponibilidade para se deslocar para o interior do Estado”, explica.


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Matinta-perêra
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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.