Sebrae articula comercialização de produtos amapaenses.

Objetivando a comercialização dos produtos Amapaenses em supermercados, distribuidoras e mercantis, o Sebrae promove encontro como Rodada de Negócios.

Elainne Juarez



O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Amapá, empresário Jaime Domingues Nunes, e o superintendente, Reinaldo Gonçalves, reuniram-se com representantes de sete empresas dos setores de alimentos e fitoterápicos, incubadas no Centro de Incubação do IEPA (Instituto de Estudos e Pesquisas Científicas e Tecnológicas); empresários dos segmentos de supermercados, distribuidoras e mercantis e presidentes da AMAPS (Associação Amapaense de Supermercados) e ADAAP (Associação de Distribuidores e Atacadistas do Estado do Amapá), para tratar da comercialização de produtos amapaenses.

Segundo o presidente do Conselho, Jaime Nunes, "promovendo a aproximação das empresas que produzem com as que comercializam e incentivando a abertura do mercado local, o Sebrae efetiva o seu papel, contribuindo para que as micro empresas se desenvolvam e se tornem competitivas".

O encontro abriu uma nova perspectiva para esses produtores amapaenses que acreditam na disposição dos supermercados, mercantis e distribuidoras em colaborar para o fortalecimento das empresas locais. Os presidentes da AMAPS, Josué Souza Rocha, e da ADAAP, Itamar José Sarmento da Costa, também estão confiantes na produção do Amapá, afirmando que há interesse de comercializar os produtos feitos no Estado.

"Verificamos a dificuldade das empresas locais em vender para os supermercados, mas a partir desta reunião foram definidas algumas estratégias, já dando início às negociações", disse Joselito Santos Abrantes, chefe do Centro de Incubação de Empresas do IEPA e responsável pela seleção das empresas.

A próxima reunião ficou marcada para o dia 2 de março, onde deverá ser apresentado projeto para a colocação de estandes e banners e para divulgação dos produtos em supermercados, mercantis e distribuidoras.

A pedido do presidente do Conselho, o IEPA desenvolverá um selo de identificação para ser fixado em todos os produtos produzidos no Amapá, facilitando seu reconhecimento em qualquer lugar do país e no exterior. Depois de criado, o selo passará pela aprovação do Governo do Estado.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.