Seminários e Clínicas irão capacitar participantes do Equinócio 2004

Diversos cursos, palestras, painéis e debates estão previstos para acontecer simultaneamente à oitava Rodada Internacional de Negócios - Equinócio 2004.

Kleber Soares

Simultaneamente a Rodada Internacional de Negócios da Amazônia (Equinócio 2004) realizada pelo Sebrae/AP no período de 17 a 21 de novembro, em Macapá, ocorrem os Seminários e Clínicas Tecnológicas desenvolvidas pela área de tecnologia para o público do evento. O objetivo é a capacitação de 300 pessoas entre profissionais, estudantes e empresas.

A programação para este ano está bastante diversificada. Além da exposição de produtos, há previsão de seminários, clínicas tecnológicas, palestras e exposição de design. O seminário sobre Inovação Tecnológica para os setores madeira, móveis e artesanato, vai proporcionar aos participantes um dia inteiro de informação em palestras, painéis e debates.

O Gerente da Unidade de Inovação e Acesso a Tecnologia do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, vai ministrar a palestra Magna "Inovação Tecnológica no Brasil: Aprendizados e Perspectivas", que vai abordar a dinâmica da tecnologia nacional e o rápido avanço tecnológico.

As 56 clínicas previstas para este ano são constituídas por serviços de consultorias técnicas e tecnológicas prestados por especialistas. O objetivo é fornecer soluções para problemas específicos de produtos e processos. "Todos os palestrantes e instrutores foram escolhidos por serem especialistas com atuação reconhecida em eventos nacionais", disse o Coordenador do Núcleo de Econegócio, Fábio Barreiros.

A clínica "Redução de Desperdício e Aumento da Produtividade nos Eventos Culturais" será ministrada pelo pesquisador do carnaval carioca e jornalista, José Luis da Costa Azevedo. O objetivo é evitar o desperdício, através do reaproveitamento dos materiais resultantes da produção de alegorias utilizadas no carnaval e festas juninas, melhorando assim o processo produtivo.

No Rio de Janeiro cerca de 80 por cento da matéria-prima utilizada de um carnaval para outro e reutiliza ou reciclada. "Esperamos que, com a implementação dessas ações, as Escolas de Samba do Amapá comecem a se conscientizar da importância da reciclagem", informou Fábio.

Segundo ele, a reutilização e a reciclagem destes materiais gera emprego e renda, além de contribuir na preservação dos recursos ambientais. "Hoje, as escolas de samba amapaenses não têm o hábito da reciclar e reutilizar seus materiais". Os seminários e as clínicas iniciam no dia 19 de novembro, dois dias após a abertura do Equinócio.




Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.