Rádios comunitárias provocam debate nacional

O presidente regional da Associação de Rádio Comunitárias mostra aos militantes que defendem as rádios comunitárias, o resultado do encontro do qual participou, representando o Amapá. Leia o teor do comunicado.


Senhoras e Senhores,


O Seminário Nacional de Legislação e Direito à Comunicação realizado em Brasília nos dias 15, 16 e 17 de novembro ultimo, promovido pela Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC-Brasil), do qual eu participei representando o Estado do Amapá resolveu pela deflagração de uma campanha nacional pela anistia das rádios comunitárias, ou seja, as que estão com os equipamentos apreendidos que os mesmos sejam liberados imediatamente e as que estão com os aparelhos lacrados, que sejam deslacrados e a rádio volte ao ar imediatamente e ainda os processos que estão emperrados lá em Brasília que sejam revistos e tenham andamento. A campanha conta ainda com a criação de um dossiê por cada estado que mostrará a real situação do movimento em nível nacional. O dossiê será entregue em março ao Ministro das Comunicações.

Diante disto, estamos mobilizando todas as pessoas envolvidas com rádios e projetos de rádios comunitárias para participarem do II Seminário Estadual de Rádios Comunitárias e juntos cumpramos com a tarefa por mim assumida e ainda aproveitemos o referido seminário para fortalecermos a associação estadual e o movimento e tracemos um plano de ação para o ano de 2003.

O seminário vai acontecer nos dias 8 e 9 de fevereiro próximo em Macapá no auditório da SEMA ( Secretaria Estadual do Meio Ambiente). O auditório tem capacidade para 100 pessoas e estamos disponibilizando 50 vagas para pessoas do movimento de rádios comunitárias e as outras 50 vagas para os simpatizantes do movimento e interessados .

Os interessados deveram preencher a ficha de interesse de participação que segue anexa a esta junto com a programação do seminário, e devolve-la pelo e-mail [email protected] ou pelo fone-fax 251 8362, o interessado que não tiver e-mail ou fax pode preencher a ficha e ditar por telefone, ligando para o número acima e falar com Edilene.

Lembramos ainda, que a inscrição terá um custo de R$ 5,00 que será pago no momento do credenciamento. Até o momento temos garantido o lanche durante o seminário e estamos buscando apoio para a estadia das pessoas que vierem de outros municípios que não seja Macapá e Santana e de refeição para todos durante os dois dias do seminário, por enquanto é apenas uma possibilidade, mas diante da importância do encontro para o fortalecimento do movimento e das rádios, com um pouco de esforço será possível a participação de todos.


Atenciosamente,

João Batista Santos
presidente da ABRÇO/AP
9971 2244



Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.