Secretário do Meio Ambiente diz
a ministra que Amapá precisa
ter retorno por serviço ambiental

BRASÍLIA - O secretário de Estado do Meio Ambiente, Edvaldo Azevedo Souza, participou nesta quarta-feira,19, em Brasília de uma reunião com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva.

O encontro que se realizou no auditório do IBAMA-Brasília, contou com a presença de secretários estaduais do meio-ambiente de todo o país além de presidentes de autarquias e fundações relacionadas à gestão dos recursos ambientais. A ministra abriu os trabalhos ao lado do secretário executivo do Ministério do Meio-ambiente Carlos Langoni e do presidente do IBAMA, Marcos Barros.

No seu discurso, a Ministra apresentou os eixos centrais da nova política de gestão dos recursos ambientais nacionais. Ela reiterou a necessidade de estreitar as parcerias com os estados. Enfatizou que o Governo Federal vai pautar a política ambiental no princípio da transversalidade, que é a permeação das ações ambientais em todos os níveis de governo.

Disse ainda que será incentivada a participação popular nas discussões da gestão ambiental nos âmbitos federal, estadual e municipal; que o desenvolvimento sustentável será concebido como iniciativa dos municípios e que será promovido o fortalecimento do sistema nacional do meio-ambiente.

O secretário Edvaldo Souza afirmou que a proposta da Ministra será colocada em prática no Estado do Amapá, “porque coincide com a nossa maneira de pensar. Não se pode falar em desenvolvimento sem considerar a questão ambiental”, defendeu.

O secretário amapaense colocou, aos componentes da mesa, que o Amapá é um Estado altamente preservado, no entanto os retornos sociais, políticos e econômicos têm sido poucos. “O Amapá tem mais de 90% da sua área florestal preservada” disse ele. O secretário defendeu que o Amapá seja olhado pelo governo federal de modo diferenciado, reconhecendo que as parcerias são importantes, mas que também o Amapá precisa ser olhado de modo diferenciado. “Só assim vamos poder estabelecer uma política pública de gestão, de recursos hídricos e ambientais, de uma forma mais precisa e mais consistente e com retorno, ou seja, com desenvolvimento e justiça social para a nossa população”.


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Curumim
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O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
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Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
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Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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