Ednardo Souza é assume
a presidente do TJAP

Em sessão solene a realizar-se hoje (21/02) às 18 horas no Teatro das Bacabeiras, estarão tomando posse nos cargos de Presidente, Vice-Presidente e Corregedor-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado, respectivamente, os desembargadores Edinardo Maria Rodrigues de Souza, Mário Gurtyev de Queiroz e Dôglas Evangelista Ramos, para o biênio 203/2005. Eles foram eleitos por aclamação, em sessão administrativa do Tribunal Pleno, realizada no dia nove de dezembro de 2.002. O desembargador Edinardo Souza substitui, no cargo, o desembargador Carmo Antônio de Souza. Até hoje os cargos de Vice-Presidente e Corregedor-Geral de Justiça eram exercidos por um único desembargador que acumulava as funções. Somente com o aumento da corte, de sete para nove magistrados, tornou-se possível desmembrar os cargos.


PERFIL DOS EMPOSSSADOS

PRESIDENTE - Desembargador Edinardo Maria Rodrigues de Souza - É paraense de Belém do Pará. Nasceu em 20 de março de 1942. Formou-se em direito pela Universidade Federal do Pará em 1966 e concluiu o curso de História, também pela UFPA, em 1973. Foi pretor da Comarca de Ponta de Pedras, Estado do Pará; Pretor do Termo Judiciário de Salinópolis e Capanema; Advogado da BRUMASA e ICOMI; Conselheiro da OAB/AP nos biênios 97/98 e 93/94. Foi Juiz eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de 92 a 94. Foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado pelo quinto constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil em 1996. Presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no biênio 99/2001. Exerceu a vice-presidência e Corregedoria Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado.

VICE-PRESIDENTE - Desembargador Mário Gurtyev de Queiroz - Nasceu em Itaberaba, Estado da Bahia. Graduou-se em Direito pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal - AEUDEF. Foi professor da Faculdade de Direito da Associação de Ensino do Distrito Federal - AEUDEF, onde lecionou as disciplinas Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil. Foi professor da Fundação Universidade Federal do Amapá - UNIFAP. Foi Juiz de Direito Substituto do Distrito Federal e Territórios, com jurisdição nos Territórios do Amapá e de Roraima. Em 1991 tornou-se Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá. Foi o primeiro presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá. Foi Vice-Presidente e Corregedor Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado. Assumiu a presidência do Tribunal de Justiça do Estado, no biênio 93/95, ocasião em que fortaleceu a estrutura física do judiciário, com um elenco de obras em todas as comarcas. Exerceu, pela segunda vez, a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde conduziu as eleições gerais do Estado.


CORREGEDOR GERAL DE JUSTIÇA - Desembargador Dôglas Evangelista Ramos - Nasceu em Bareiras - Bahia.. formou-se em Direito em 1971, pela Faculdade de Estudos Sociais Aplicados, da Universidade de Brasília. Foi Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal de Porto Velho-RO, Juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, Juiz de Direito da 1ª Circunscrição Judiciária de Macapá, exercendo várias funções. Com apenas 48 anos de idade chegou ao ponto mais alto da magistratura estadual: Desembargador. Foi o primeiro presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, a quem coube a estruturação física e judiciária do Poder. Presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no biênio 97/99.


 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.