GARRAFAS PLÁSTICAS RECICLADAS
SÃO USADAS PARA EQUIPAMENTOS AGROPECUÁRIOS


Apesar da franca ascensão da indústria de reciclagem de garrafas PET no país, ainda é considerável a desproporção que há entre as quantidades produzidas e às recicladas e reutilizadas.

Em 2001, o Brasil chegou a industrializar 270 mil toneladas de garrafas PET, sendo que destas, apenas 25% foram recicladas. Sabe-se também que quando recicladas, as garrafas passam por um processo que além de consumir água e energia, faz uso de agentes químicos, terminando por poluir mais uma vez a natureza ainda que em menores proporções.

Por sua vez, a reutilização incorpora a matéria-prima da garrafa mantendo as mesmas propriedades, dando lugar a um outro produto sem que seja necessária uma transformação químico-industrial.

Além de diminuir o impacto das garrafas PET por meio de sua reutilização, o projeto para o emprego dessas embalagens para produção de equipamentos agropecuários visa também a geração de trabalho e renda para populações rurais de assentados e posseiros e catadores nas áreas localizadas no entorno de barragens nos municípios pernambucanos de Paudalho e São Lourenço da Mata.

O processo de beneficiamento desenvolvido neste trabalho consiste em utilizar garrafas PET para a confecção de tanques-rede para criação de peixes e crustáceos, construção de barcos, fabricação de lanternas para engorda de ostras, construção de apriscos, bem como de telas para aviários, telhas para estufas na produção de mudas e substituição de tubos de PVC na hidroponia.

Para cada tanque-rede de 1 m³, são usados 13 kg de embalagens ou seja, 234 garrafas. Em uma área de 1 he, a quantidade de garrafas que poderá ser destinada na construção de tanques-rede representa cerca de 130 toneladas.

A proposta já começou a ser introduzida em associações e cooperativas de
pequenos agricultores e entre os catadores de resíduos sólidos. Estes últimos, e em particular aqueles que trabalham nos lixões, tendem a ser beneficiados principalmente na venda de produtos com preços melhores que os estipulados pelo mercado local. Com o aumento do preço de compra e venda do quilo de embalagens de garrafas PET, certamente haverá um maior estímulo à coleta.

Além de incentivar a coleta de garrafas PET, faz parte do projeto a capacitação dos catadores para trabalhar as embalagens de forma artesanal na confecção de tanques-rede, de telas para galinheiro, de lanternas para engorda de ostras, de barcos, de telhas para estufas. Por enquanto são beneficiadas pelo projeto três famílias localizadas às margens da Barragem do Engenho Novo do Goitá, em São Lourenço da Mata.

Os tanques-rede estão em teste pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), na cidade de Ibimirim, a 350 km de Foirtaleza. A intenção é divulgar os tanques-rede e mostrar sua viabilidade e o a relação custo/beneficio dos mesmos. (Agência Brasil)


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Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.