Relação da CEA com os
consumidores
terá normas contratuais

A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) iniciou nesta semana a entrega dos Contratos de Prestação de Serviço Público de Energia Elétrica na forma de um Contrato de Adesão. O documento está sendo entregue junto com a conta de consumo mensal de energia obedecendo ao cronograma de faturamento regular da empresa.

O contrato contém, de forma clara, todos os direitos e deveres do cliente o que deixa os consumidores preparados para cobrar da estatal uma prestação de serviços cada vez mais eficiente, assim como também deixa transparente os deveres a serem cumpridos pelos clientes.

A iniciativa segue uma orientação da ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) que determinou que todas as concessionárias de energia elétrica do país enviem até fevereiro o Contrato de Adesão a todos os clientes de baixa tensão. O objetivo é fazer com que todos os consumidores brasileiros conheçam claramente os direitos e os deveres decorrentes da relação existente nessa prestação de serviços.

De acordo com uma resolução da agência, o contrato apresenta as cláusulas vinculadas às normas e regulamentos aprovados pela própria ANEEL. O conteúdo não pode ser modificado pelas concessionárias ou pelos consumidores.

A direção da CEA garante que o contrato não estabelece novos direitos, apenas reúne e traduz em linguagem mais acessível os direitos e deveres de parte a parte previstas na resolução da ANEEL que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica e também no Código de Defesa do Consumidor.

“Esse instrumento legal representa um importante avanço na relação com os consumidores que agora podem cobrar relações mais éticas e transparentes, focadas na satisfação do cliente”, afirma o presidente da CEA Adauto Bitencourt.

O contrato de adesão não precisa ser assinado nem devolvido à CEA. O consumidor deve lê-lo com atenção e guarda-lo para eventuais consultas.

CEA - Companhia de Eletricidade do Amapá

Contatos: (96) 212-1300 e FAX 996) 212-1303.




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Timbó
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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.