Menor índice de aumento de preço
na construção civil foi do Amapá

O Amapá teve o menor índice de aumento do ano de 2002 na construção civil, conforme a pesquisa abaixo.

No mês de dezembro constatou-se que o metro quadrado a ser construido no Amapá custava cerca de CR$ 382,70,

abaixo da média nacionaL que foi de cr $ 400,30. No preço estão
incluidos os preços dos materiais de construção e de mão de obra.

O acumulado no ano no preço do metro quadrado (a inflação do setor ) no Estado do Amapá foi de 9,22 % e a o acumulado nacional foi de 13,43 %.

Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil
Dezembro de 2002

Áreas Geográficas Custos Médios
(R$/m2)
Números Índices
(Dez/98 =100)
Variações Percentuais
Mensal No Ano 12 Meses
Brasil 400,30 141,52 2,91 13,43 13,43
Região Norte 395,00 137,35 2,48 12,16 12,16
Rondônia 359,83 136,58 3,12 11,97 11,97
Acre 382,56 140,39 2,96 16,04 16,04
Amazonas 416,40 132,41 1,96 11,90 11,90
Roraima 494,32 147,99 2,34 10,97 10,97
Pará 386,81 138,14 2,50 11,84 11,84
Amapá 382,70 140,80 2,56 9,22 9,22
Tocantins 408,40 142,21 2,65 14,70 14,70
Região Nordeste 364,74 142,50 3,12 13,98 13,98
Maranhão 366,19 141,29 2,50 14,00 14,00
Piauí 316,60 138,06 3,31 10,88 10,88
Ceará 360,03 142,37 2,99 13,65 13,65
Rio Grande do Norte 349,33 138,38 5,27 13,93 13,93
Paraíba 355,11 143,97 5,92 19,93 19,93
Pernambuco 366,00 150,23 2,41 12,93 12,93
Alagoas 405,53 143,10 3,35 14,34 14,34
Sergipe 332,79 145,00 3,36 17,96 17,96
Bahia 378,49 140,01 2,53 13,26 13,26
Região Sudeste 425,35 141,85 2,97 13,20 13,20
Minas Gerais 377,80 152,30 6,54 14,11 14,11
Espírito Santo 333,41 148,20 3,05 12,81 12,81
Rio de Janeiro 429,84 138,28 2,07 11,88 11,88
São Paulo 451,16 139,18 2,05 13,25 13,25
Região Sul 408,64 138,51 2,90 12,76 12,76
Paraná 424,38 143,87 2,59 13,29 13,29
Santa Catarina 389,75 132,16 3,23 12,27 12,27
Rio Grande do Sul 404,50 137,04 3,03 12,49 12,49
Região Centro-Oeste 385,84 146,73 2,49 15,36 15,36
Mato Grosso do Sul 374,30 138,56 3,52 14,05 14,05
Mato Grosso 378,41 149,09 2,09 17,03 17,03
Goiás 380,22 148,91 2,64 14,07 14,07
Distrito Federal 434,47 146,39 1,73 17,17 17,17

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de Índices de Preços, Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.