Lei federal determina cobrança para
liberação de bolsas
de sangue a hospitais particulares

O Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amapá (Hemoap) contestou as informações veiculadas na imprensa local de que o órgão estaria comercializando sangue a clínicas e hospitais particulares. A biomédica Márcia Maria Nogueira de Abreu, diretora interina do Hemoap, explica que há um procedimento legal para a liberação do sangue coletado a hospitais e unidades de saúde da rede pública e particular.

De acordo com a diretora, o Hemoap não cobra pela bolsa de sangue, conforme foi noticiado na imprensa. A questão, segundo ela, é que o Hemoap, assim como qualquer outro hemocentro do país, obedece a leis federais que tratam da doação e liberação do produto.

Desde julho do ano passado existe uma lei federal - que trata dos serviços de hemoterapia -, que obriga hospitais e clínicas particulares a ressarcir aos cofres dos estados os custos dos hemocentros com a liberação de bolsas de sangue a pacientes atendidos nessas unidades. “O ressarcimento não é uma exigência do Governo do Estado, mas sim uma determinação legal do Ministério da Saúde. O valor estipulado por cada concentrado de hemácias de sangue chega a R$ 212,00”, explica.

O dinheiro ressarcido aos cofres públicos, explicou a biomédica, cobre despesas com insumos e materiais utilizados nos processos de coleta, processamento e liberação das bolsas de sangue, incluindo o material descartável. O dinheiro cobre ainda despesas com exames feitos com doadores voluntários para se obter a garantia de que o doador não é portador de alguma patologia.

Márcia Abreu lembrou que antes da legislação federal e da determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entrar em vigor, o Hemoap sempre atendeu as demandas de solicitações de sangue de clínicas e unidades particulares sem exigir nada em troca. “Hoje cumprimos apenas determinação do Governo Federal”.

Ela destacou que o Hemoap atende hospitais e unidades da rede pública estadual com a mesma disposição. A diferença, segundo ela, é que esses hospitais não são obrigados a ressarcir a despesa que o Estado tem com o serviço de coleta, processamento e liberação do sangue. A cobertura desse serviço é feita pelo próprio hemocentro. Atualmente a maior demanda de solicitações de sangue vêm dos hospitais públicos.

MAIS INFORMAÇÕES PELOS TELEFONES: 212- 6139/ 212- 6185/ 9112- 6701.


Edy wilson Silva



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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
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Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
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É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
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Perto ou em volta de alguma coisa
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Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
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Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
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Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.