Setur vai apresentar Tumucumaque
como roteiro turístico em São Paulo

Na segunda-feira, 21, o governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Turismo realiza, a partir das 8 horas no antigo Ceforh, uma oficina para formatação dos roteiros turísticos do Estado do Amapá, que serão expostos no Salão de Turismo, que acontece entre os dias 1º e 5 de junho, no Expo Center Norte, São Paulo com a participação dos 27 Estados brasileiros.

O evento contará com a participação de Doris Ruschmann, doutora em Marketing e Planejamento de Turismo Sustentável, que fará a exposição dos roteiros propostos.

De acordo com a secretária de Turismo, Fátima Pelaes, o Amapá vai trabalhar duas regiões turísticas: Portal do Tumucumaque e Circuito Cultural, de onde devem sair pelo menos três roteiros turísticos, para serem apresentados no Salão.

Fátima explica que as duas regiões atingem onze municípios do Amapá, dentro do que propõe o Programa de Regionalização do Turismo lançado pelo governo federal em abril de 2004.

SALÃO

O Salão de Turismo é uma estratégia para impulsionar o Programa de Regionalização do Turismo. Visa ampliar a oferta turística brasileira e motivar a criação de novos roteiros turísticos. O Salão propõe a apresentação, promoção e comercialização dos novos produtos ou roteiros turísticos desenvolvidos de acordo com as diretrizes políticas estabelecidas no Plano Nacional do Turismo (PNT) e os princípios e as diretrizes operacionais do programa.

Mais do que isso, o Salão deve ratificar esta atividade econômica capaz de promover desenvolvimento sustentável e inclusão social, entre outros benefícios para as comunidades envolvidas. O foco do Salão são os novos produtos que precisam de mercado. Para isso, o Programa de Regionalização do Turismo, por meio do Salão, pretende mostrar e relacionar o desenvolvimento sustentável, com os novos produtos e o mercado turístico.

Com a finalidade de incentivar a cultura e elevar a auto-estima, encurtar distâncias e promover o turismo na sua integridade, entre as atividades do Salão encontra-se a proposta de apresentar uma mostra da produção associada ao turismo como, artesanato, gemas e jóias, manifestações culturais, gastronomia, entre outros.

A idéia é permitir que o público experimente um pouco da cara, dos fazeres, das cores, dos cheiros, dos sabores dos produtos turísticos brasileiros, especialmente o do Estado do Amapá.

Palestras e outras iniciativas para a troca e a difusão de experiências e conhecimentos também estão entre as atividades do Salão. “O Amapá se prepara para apresentar o que tem de melhor, para ser um destino turístico e aumentar as oportunidades de trabalho para nossa gente”, conclui Fátima Pelaes.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.