Pesquisa vai indicar
incidência de
hepatite no Amapá

O auditório da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) foi palco da reunião entre técnicos da Saúde e membros da Coordenação Nacional de Pesquisa da Prevalência das infecções pelos vírus das hepatites A,B e C nas capitais do Brasil. A reunião aconteceu na manhã de sexta-feira, 18, e contou coma presença do secretário de Estado da Saúde adjunto, Cláudio Leão. Como representante da Coordenação Nacional esteve presente a médica Leila Brasil, coordenadora da pesquisa na região Norte.

Os coordenadores nacionais são: Leila Beltrão Pereira e Ricardo Ximenes, da Universidade de Pernambuco. "Como Pernambuco apresentou a melhor proposta para o projeto eles ficaram com a coordenadoria nacional", explica a coordenadora da região Norte.

O objetivo da palestra em Macapá foi de esclarecer e formar as equipes que atuarão no Estado. A pesquisa visa estimar a prevalência das infecções virais das capitais em cada macro região e Distrito Federal compreendendo as faixas de 05 a 19 anos para a HAV (Hepatite A) e de dez anos em diante para HBV e HCV (Hepatite B e C respectivamente), avaliando as variáveis biológicas. Os métodos de detecção dos marcadores virais será avaliado pelos fatores biológicos, sócio - econômico e epidemiológicos de cada setor censitário (setores formados pelo IBGE), através de sorteios. "Depois que houver a identificação de casos positivos será viabilizado o acesso ao acompanhamento e tratamento e os casos negativos serão vacinados contra a hepatite B. Como metodologia de trabalho inicialmente será realizado uma visita aos domicílios selecionados para fornecer explicações aos moradores sobre os objetivos da pesquisa e solicitar a participação no estudo", informou Leila Brasil.

A coordenadora informou ainda que o estudo terá duas fases: estudo analítico e caso de controle. Sendo considerado caso, qualquer indivíduo que apresentam um ou mais marcadores sorológicos de hepatites virais. A população de estudo será as populações civis na faixa de 05 anos em diante, não institucionalizadas, residentes nas áreas urbanas das capitais brasileiras e do Distrito Federal. "Após isso, todos os residentes acima de 05 anos serão cadastrados e efetuada a coleta de sangue para a pesquisa dos marcadores virais, coleta em tubos vacutainer. As amostras serão enviadas aos Lacens", ressaltou Leila Brasil.

As equipes estaduais serão formadas por coordenadores estaduais, coordenadores de campo, técnico para coleta de sangue, técnico de laboratório, entrevistadores, digitadores e motoristas. "Estamos no Amapá para a formação dessas equipes e também para o cadastro do ambulatório, só depois desse cadastro o Estado passará a receber os recursos necessários para desenvolver o projeto", garantiu.

O trabalho ainda não teve início pelo fato de não haver sido feito o repasse do dinheiro que foi instituído no convênio entre Funasa, Ministério da Saúde e a Comissão Nacional da Pesquisa. "Com a disponibilização dos recursos nossa meta é iniciar o trabalho em janeiro na região nordeste e sul ao mesmo tempo", acrescentou a coordenadora da região Norte. Ela garantiu que para que os trabalhos tenham resultados positivos é necessário a anuência dos secretários tanto Estadual com Municipal, até para dizerem qual será a contrapartida de seus gestões e participação na pesquisa. "A presença do secretário adjunto foi muito importante, pois mostrou o grande interesse que ele possui por essa iniciativa. Deu força e garantia que o trabalho irá ser feito", finalizou a coordenadora.

Randolph Scooth


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Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
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Perto ou em volta de alguma coisa
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Jacaré grande.
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Jacaré pequeno
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Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
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Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
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Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
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Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
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Madeira preta, gente grossa mal educada.